sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Disciplina orçamental e reformas decisivas para Brasil tornar-se 8.ª economia mundial› Angola vai enviar 20 jovens para formação em mecatrónica na China› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Protesto pela habitação no Porto desmobilizado por receio de "infiltração da extrema-direita"› Brasil precisa de disciplina orçamental e reformas decisivas, diz FMI› Nova plataforma digital vai reduzir burocracia nos serviços públicos em Moçambique› Macau leva delegação a cimeira judiciária em Lisboa e aproxima tribunais chineses de Portugal› Quer pagar menos IMI? Pode pedir nova avaliação da casa› 07h Manifestantes desmobilizaram durante a noite› Portugal e China reativam na segunda-feira comissão científica suspensa desde 2019› Disciplina orçamental e reformas decisivas para Brasil tornar-se 8.ª economia mundial› Angola vai enviar 20 jovens para formação em mecatrónica na China› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Protesto pela habitação no Porto desmobilizado por receio de "infiltração da extrema-direita"› Brasil precisa de disciplina orçamental e reformas decisivas, diz FMI› Nova plataforma digital vai reduzir burocracia nos serviços públicos em Moçambique› Macau leva delegação a cimeira judiciária em Lisboa e aproxima tribunais chineses de Portugal› Quer pagar menos IMI? Pode pedir nova avaliação da casa› 07h Manifestantes desmobilizaram durante a noite› Portugal e China reativam na segunda-feira comissão científica suspensa desde 2019
Economia

O novo padrão-reforma: eleições primeiro, surpresas depois

Jornal Económico ·
O novo padrão-reforma: eleições primeiro, surpresas depois

Há um novo hábito político em Portugal.

Primeiro ganham-se eleições, depois descobre-se a reforma.

A Segurança Social parece ser o próximo capítulo.

O Governo recebe um relatório volumoso, aparecem projeções até ao fim do século, multiplicam-se gráficos, défices futuros e avisos fortes.

E, de repente, instala-se a sensação de que temos um precipício à frente e meia dúzia de atuários atrás a empurrar-nos.

Por isso, convém travar o entusiasmo.

As pensões não são uma variável de ajustamento.

São uma promessa do Estado a quem descontou durante décadas.

E mexer nelas não é uma nota de rodapé num programa eleitoral.

É uma escolha política de primeira ordem.

Aqui, também, está em causa a própria qualidade da democracia.

Já vimos o filme na reforma laboral.

Uma referência suficientemente vaga antes das eleições e um pacote suficientemente concreto depois delas.

O eleitor vota no trailer, mas só conhece o filme quando já comprou o bilhete.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›