Auditora CFA cria plataforma própria de IA para automatizar tarefas e reforçar eficiência
A auditora CFA está a desenvolver uma plataforma própria de inteligência artificial (IA) para automatizar tarefas administrativas e apoiar o trabalho das suas equipas .
Em fase de testes, a ferramenta pretende reduzir o tempo gasto na pesquisa de informação e na preparação de documentos , libertando os profissionais para atividades de maior valor acrescentado, sem substituir a responsabilidade de quem presta o serviço.
Auditora CFA abre novo escritório e prevê faturar 6 milhões Ler Mais A empresa, sediada em Aveiro e que abriu recentemente um escritório no Porto, quer também tornar mais acessível o conhecimento acumulado ao longo dos anos, desde metodologias de trabalho e manuais a procedimentos de qualidade até documentação técnica.
“Ao longo dos anos, acumulámos conhecimento e experiência que nem sempre são fáceis de localizar ou partilhar entre equipas”, começa por explicar o ECO/Local Online Sérgio Marques, managing partner da empresa.
“ Queremos aproveitar a inteligência artificial para tornar essa informação mais acessível e libertar tempo para aquilo que exige verdadeiramente análise, experiência e julgamento profissional”, refere.
Queremos aproveitar a Inteligência Artificial para tornar essa informação mais acessível e libertar tempo para aquilo que exige verdadeiramente análise, experiência e julgamento profissional.
Sérgio Marques Managing partner da CFA Por enquanto, um grupo de profissionais da CFA está a testar as funcionalidades de pesquisa documental, resumo de reuniões e extração de informação.
Em paralelo, a empresa encontra-se a desenvolver um projeto-piloto para automatizar procedimentos administrativos relacionados com a aceitação de clientes.
A implementação da tecnologia decorre também a par da revisão e uniformização dos procedimentos e da documentação interna.
A empresa reconhece que a eficácia da IA depende da existência de informação organizada , atualizada e consistente.
“A inteligência artificial pode ajudar-nos a trabalhar mais depressa, mas a rapidez não pode sobrepor-se à qualidade .
As respostas têm de ser verificadas e a responsabilidade profissional mantém-se”, assinala o managing partner da empresa.
O objetivo, acrescenta, consiste em “ combinar a capacidade da tecnologia com o sentido crítico e a experiência das equipas ”, uma vez que, argumenta, “ter acesso a mais informação não significa, por si só, tomar melhores decisões”.
Sérgio Marques, managing partner da auditora CFA Para o responsável, “o verdadeiro valor continua a estar na capacidade de compreender os problemas, interpretar o contexto e ajudar os clientes a encontrar as respostas certas”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.