quinta-feira, 15 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 2h Protesto pela habitação. Tendas regressaram ao centro do Porto› Adolescente de 14 anos desapareceu no Brasil e viajou para Portugal para encontrar namorado de 21 anos› Nahir fugiu do Afeganistão quando os talibãs retomaram o poder. Portugal abriu-lhe as portas› Milhares de cartas estão a ser encontrados no meio do mato na Serra de Aire e Candeeiros› Zelensky admite que se sentiu traído por Trump, que parece disposto a sacrificar a Ucrânia› Onda de protestos estudantis em França acalmou. Ainda assim, houve muitas escolas fechadas› TAP concentra-se cada vez mais em Lisboa. Não tem voos internacionais no Faro e nas ilhas› Três mulheres assassinadas por homens nos últimos dias em Portugal› Houthis reivindicam mais ataques à Arábia Saudita. Iémen enfrenta situação humanitária dramática› Trump já fala como se fosse dono da Gronelândia. Dinamarca responde› 2h Protesto pela habitação. Tendas regressaram ao centro do Porto› Adolescente de 14 anos desapareceu no Brasil e viajou para Portugal para encontrar namorado de 21 anos› Nahir fugiu do Afeganistão quando os talibãs retomaram o poder. Portugal abriu-lhe as portas› Milhares de cartas estão a ser encontrados no meio do mato na Serra de Aire e Candeeiros› Zelensky admite que se sentiu traído por Trump, que parece disposto a sacrificar a Ucrânia› Onda de protestos estudantis em França acalmou. Ainda assim, houve muitas escolas fechadas› TAP concentra-se cada vez mais em Lisboa. Não tem voos internacionais no Faro e nas ilhas› Três mulheres assassinadas por homens nos últimos dias em Portugal› Houthis reivindicam mais ataques à Arábia Saudita. Iémen enfrenta situação humanitária dramática› Trump já fala como se fosse dono da Gronelândia. Dinamarca responde
Economia

BRICS querem reforma de organizações multilaterais incluindo ONU

Jornal Económico ·
BRICS querem reforma de organizações multilaterais incluindo ONU

O embaixador da Índia em Lisboa, Puneet Kundal, cujo país exerce a presidência rotativa dos BRICS, defendeu hoje serem necessárias reformas nas Nações Unidas, sobretudo no Conselho de Segurança, e na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Em declarações à agência Lusa à margem da conferência “BRICS+ Num Mundo Multipolar: Poder, Cooperação e Conflito”, organizado pelo Observatório do Mundo Islâmico (OMI), que decorreu na Mesquita de Lisboa, o diplomata indiano considerou que o maior desafio que hoje existe a nível internacional passa pelo facto de a ordem atual não representar as realidades do mundo.

“Os BRICS são uma plataforma aberta que tinha cinco membros e agora são 11.

É uma plataforma que acredita no multilateralismo, em dar voz ao Sul Global, no desenvolvimento e em abrir opções para países em todo o mundo.

Acho que o maior desafio que existe no mundo hoje é que a ordem atual não representa as realidades do mundo hoje.

Esta arquitetura financeira, a segurança que existe, representa o que aconteceu no início da Segunda Guerra Mundial.

As realidades mudaram-se”, sustentou o diplomata indiano.

Essa segurança e sistema que “ainda se mantêm” devem dar lugar a uma nova forma da ordem multilateral – uma das questões principais que o BRICS está a tentar abordar, tal como ficou definido na 18.ª Cimeira do fórum, realizada em setembro passado em Nova Deli.

Os líderes dos 11 países – os quatro fundadores em 2001 (Brasil, Rússia, Índia e China), a que se juntaram, em 2011, a África do Sul e, mais recentemente, a Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Irão e Indonésia – aprovaram uma declaração conjunta após superar divergências diplomáticas relativas a tensões no Médio Oriente, defendendo a reforma da ordem económica mundial, o multilateralismo e criticando sanções unilaterais e guerras tarifárias.

“Se olhar para a declaração dos BRICS, nós também falamos da reforma da OMC e de uma ordem de mercado equitativa, com a OMC no centro.

Claro, o Conselho de Segurança da ONU também é parte disso”, acrescentou, lembrando que Portugal tem apoiado a Índia para membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. a Índia é o país mais populoso do mundo, a quarta maior economia e um contribuinte regular para as Nações Unidas.

Sobre os atuais conflitos, Kundal recorreu às declarações do primeiro-ministro indiano, Narenda Modi, que disse ter chegado a altura de “acabar com as guerras em vez de continuar com guerras infindáveis”.

“A Índia também concordou com uma mediação entre a Rússia e a Ucrânia.

A Índia fará o melhor e o necessário para se alcançar a paz, a segurança e o desenvolvimento.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›