sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Disciplina orçamental e reformas decisivas para Brasil tornar-se 8.ª economia mundial› Angola vai enviar 20 jovens para formação em mecatrónica na China› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Protesto pela habitação no Porto desmobilizado por receio de "infiltração da extrema-direita"› Brasil precisa de disciplina orçamental e reformas decisivas, diz FMI› Nova plataforma digital vai reduzir burocracia nos serviços públicos em Moçambique› Macau leva delegação a cimeira judiciária em Lisboa e aproxima tribunais chineses de Portugal› Quer pagar menos IMI? Pode pedir nova avaliação da casa› 07h Manifestantes desmobilizaram durante a noite› Portugal e China reativam na segunda-feira comissão científica suspensa desde 2019› Disciplina orçamental e reformas decisivas para Brasil tornar-se 8.ª economia mundial› Angola vai enviar 20 jovens para formação em mecatrónica na China› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Protesto pela habitação no Porto desmobilizado por receio de "infiltração da extrema-direita"› Brasil precisa de disciplina orçamental e reformas decisivas, diz FMI› Nova plataforma digital vai reduzir burocracia nos serviços públicos em Moçambique› Macau leva delegação a cimeira judiciária em Lisboa e aproxima tribunais chineses de Portugal› Quer pagar menos IMI? Pode pedir nova avaliação da casa› 07h Manifestantes desmobilizaram durante a noite› Portugal e China reativam na segunda-feira comissão científica suspensa desde 2019
Portugal

Violência no Porto? "Não vou descansar enquanto o Governo não perceber"

Notícias ao Minuto - País ·
Violência no Porto? "Não vou descansar enquanto o Governo não perceber"

Defendendo que os episódios de violência, que se registaram nos últimos dias no Porto, refletem o "falhanço do Estado" na área da segurança, Pedro Duarte sublinha que tem falado "muitas vezes" sobre este tema com o primeiro-ministro, Luís Montenegro.

"Ele está absolutamente consciente; foi uma decisão dele juntamente com o sr. ministro da Administração Interna de aprovar o reforço de efetivos. Portanto há uma comunhão de pontos de vista muito clara, aí não há divergências", garantiu, em declarações à SIC Notícias, esta noite.

Recordando que há cerca de 200 efetivos em formação para virem a integrar o Comando Metropolitano da PSP do Porto, o antigo ministro de Montenegro ressalva que "não há nenhuma falha" naquilo que foi prometido pelo Governo, e que o plano "está a ser cumprido", mas insiste que a cidade precisa de uma resposta "imediata".

"Eu não me vou calar. Eu não vou descansar enquanto o Governo não perceber a relevância deste tema" , insistiu. "Tenho feito esse esforço e vou continuar a fazer, independentemente de ter mais influência, menos influência e mais proximidade ou menos proximidade [com o Governo]. A minha obrigação, enquanto liderar a cidade do Porto, [é] defender uma cidade que é aquela em que eu acredito, onde as pessoas possam viver em segurança."

Apesar de o Porto ser, como sublinhou o autarca, das cidades europeias com maior rácio de câmaras de videovigilância por metro quadrado, faltam "efetivos policiais presentes, polícia na rua".

"Isso não tem acontecido por falta de efetivos", frisa, e daí o pedido feito agora à Direção Nacional da PSP. "A ideia é permitir-nos a nós, câmara municipal, investirmos e contratarmos polícia como algumas entidades privadas podem fazer", defendeu.

"Acho que aqui é uma circunstância onde o Estado falhou, eu não posso conformar-me com o Estado falhar. O Estado não pode falhar quando as pessoas mais precisam dele" , defendeu também.

Questionado sobre como fazer esse reforço de efetivos de forma mais rápida, Pedro Duarte explica que o que desejaria era poder "pagar a polícias atualmente para poderem estar alocados a uma determinada tarefa". "Isso acontece hoje em dia com determinado tipo de entidades privadas: bancos privados, hipermercados, supermercados... Nós vemos que há polícias que são remunerados para estarem numa determinada função, num determinado local", explicou.

O objetivo é, por isso, que "a câmara municipal, que é uma entidade pública" possa "fazer o mesmo que essas entidades privadas". "Nós definirmos que, num determinado horário - neste caso será essencialmente no horário noturno -, numa determinada zona da cidade, pelas suas próprias características, nós precisamos de ter polícia em permanência", continuou.

Questionado sobre se não deveriam ser os estabelecimentos de diversão noturna a ter essa iniciativa, o autarca considera que isso seria "excelente", mas garante: "Eu não posso ficar à espera que outros atuem.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - País ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.

Mais de Notícias ao Minuto - País

Ver tudo ›

Mais em Portugal

Ver tudo ›