Presidente do Equador anuncia que Colômbia retoma a venda de eletricidade
Em meio a tensões diplomáticas e comerciais entre Noboa e o então presidente colombiano, Gustavo Petro, Bogotá suspendeu o fornecimento de energia em janeiro, mas o retomou em julho.
No entanto, a Colômbia voltou a interromper o fornecimento em setembro devido a uma seca provocada pelo fenômeno El Niño, que também afeta suas hidrelétricas do país.
Noboa agradeceu ao presidente colombiano, Abelardo De la Espriella, "por retomar o envio de energia" ao Equador, que há três semanas determinou cortes de energia de até três dias por semana para médias e grandes indústrias, a fim de que utilizem suas próprias usinas térmicas.
"Em momentos assim, os países irmãos se apoiam com ações. A Colômbia pode ter certeza de que o Equador estará à altura quando atravessar momentos difíceis", afirmou o presidente equatoriano na rede social X.
Devido à pior seca em décadas, o Equador sofreu em 2024, apagões de até 14 horas por dia, que provocaram perdas equivalentes a 1,4 ponto percentual do PIB, segundo o Comitê Empresarial.
A Colômbia chegou a fornecer até 10% da demanda de eletricidade do Equador.
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