Fundador da Sequoia sai do conselho após articulação da Jive e minoritários
Editado por Stéfanie Rigamonti, espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão e Maria Clara Guilherme
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A Sequoia Logística e Transportes aprovou a destituição de Armando Marchesan Neto, fundador da companhia, e de Guilherme Alves Juliani do conselho de administração, em movimento articulado pela gestora Jive, controladora da empresa com 90% do capital social, e de acionistas minoritários, disseram à coluna pessoas próximas da companhia.
A mudança ocorre, segundo essas pessoas, porque os conselheiros que saíram têm uma visão antiga, que não reflete mais os novos caminhos da empresa. No lugar deles entrou no conselheiro Eduardo Gomes Fernandes, que atua como acionista e membro de conselhos de diversas empresas.
Paralelamente, Leopoldo de Bruggen e Silva, diretor-presidente, financeiro e de relações com investidores da Sequoia, tem conduzido conversas com investidores para apresentar a nova configuração da companhia e discutir as possibilidades estratégicas para o negócio.
Acionistas avaliam que a mudança de orientação pode alterar a percepção do mercado sobre a empresa, que vive uma crise que já dura anos. Mesmo após um grupamento de ações, o papel da empresa na Bolsa vale R$ 0,06.
Entre as possibilidades de virada na empresa está uma frente financeira , considerada menos exposta a riscos e à volatilidade. O projeto, porém, ainda é embrionário e a companhia está avançando nas tratativas para viabilizá-lo. Uma das ideias é operar maquininhas de pagamentos.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.