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O curioso caso de Crimson Desert, o jogo que quase ninguém terminou

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O curioso caso de Crimson Desert, o jogo que quase ninguém terminou

Crimson Desert foi lançado em março de 2026 e logo se transformou em um dos maiores fenômenos recentes dos jogos de mundo aberto.

Em poucas semanas, o game ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas e chegou a manter mais de 200 mil jogadores simultâneos na Steam nos fins de semana.

Contudo, apesar do enorme sucesso, um fenômeno, no mínimo, curioso acontece: pouquíssimas pessoas realmente terminaram o jogo.

Segundo estatísticas globais da Steam, apenas cerca de 6,8% dos jogadores completaram a campanha principal dois meses após o lançamento.

Mais de 22% sequer terminaram o primeiro capítulo, e menos de um quarto chegou à metade da história.

E o curioso é que isso parece acontecer porque ele é bom demais em fazer o cérebro querer permanecer ali.

5 coisas que a Nintendo vendeu antes dos videogames Um mundo maior que a missão principal Continua após a publicidade Durante muito tempo, videogame era quase uma estrada: você começava, passava de fase, derrotava chefes e chegava ao final.

Zerar o jogo era a prova de que a jornada tinha sido concluída.

Mas jogos como Crimson Desert bagunçam essa lógica.

Isso porque o jogo se destaca pela vastidão do mundo e pela experiência extremamente imersiva de viver dentro de um grande épico medieval de fantasia.

Então, em vez de empurrar o jogador apenas para a próxima missão principal, o mundo oferece desvios o tempo inteiro.

Uma vila no caminho.

Um inimigo diferente.

Um item raro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.

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