quarta-feira, 2 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Delcy Rodríguez se encontra com secretário dos EUA e assina novos acordos energéticos Fim da escala 6×1 avança no Senado e vai ao Plenário após aprovação na CCJ Obra de teatro ressalta origem operária de homens e mulheres que fundaram Corinthians RD do Congo registra mais de três mil mortes por surto de ebola neste ano Kherima: a história da múmia destruída no incêndio do Museu Nacional O Irã desnudou o rei Fernando Cerimedo atuou para difundir discurso trumpista na América Latina, diz site EUA: Câmara aprova projeto para evitar paralisação do governo antes da eleição de meio mandato Quaest: Lula mantém vantagem no 1º turno com 37%, contra 29% de Flávio Bolsonaro ‘Reino Unido deve encerrar todo comércio com Israel’, cobra ativista palestino Delcy Rodríguez se encontra com secretário dos EUA e assina novos acordos energéticos Fim da escala 6×1 avança no Senado e vai ao Plenário após aprovação na CCJ Obra de teatro ressalta origem operária de homens e mulheres que fundaram Corinthians RD do Congo registra mais de três mil mortes por surto de ebola neste ano Kherima: a história da múmia destruída no incêndio do Museu Nacional O Irã desnudou o rei Fernando Cerimedo atuou para difundir discurso trumpista na América Latina, diz site EUA: Câmara aprova projeto para evitar paralisação do governo antes da eleição de meio mandato Quaest: Lula mantém vantagem no 1º turno com 37%, contra 29% de Flávio Bolsonaro ‘Reino Unido deve encerrar todo comércio com Israel’, cobra ativista palestino
Brasil

Setembro Amarelo: por que 94,5% dos trabalhadores têm medo de falar?

Correio Braziliense ·
Setembro Amarelo: por que 94,5% dos trabalhadores têm medo de falar?

O medo de perder o emprego ou ser punido ainda é a principal barreira para quem sofre assédio no ambiente de trabalho no Brasil.

É o que revela pesquisa inédita da CLA Brasil, com apoio do Ouvidor Digital: 94,5% dos profissionais afirmam perceber receio de retaliação entre colegas que denunciam situações de violência ou assédio moral e sexual.

O dado expõe uma contradição: embora 81,4% das empresas afirmem ter políticas internas contra assédio, apenas 52,9% dos trabalhadores confiariam em um canal de denúncias para relatar um caso.

O levantamento, ouviu 1.200 profissionais de diferentes setores entre março e abril deste ano, também mostra que comportamentos inadequados de lideranças são tolerados quando há alta performance, 72,7% dos entrevistados concordam com essa afirmação.

Para 71,8%, situações abusivas são normalizadas em nome da pressão por resultados.

Os números refletem um cenário que já chega ao Judiciário.

De acordo com dados do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), entre 2020 e 2025 foram abertas 601.538 novas ações por indenização por dano moral decorrente de assédio moral.

Somente nos quatro primeiros meses de 2026, já são mais de 30 mil processos, média de 7,5 mil por mês.

Leia também : A doença que nenhum candidato quer tratar Lei 14.457/22 e NR-1 mudam regras A legislação trabalhista avança, mas a prática esbarra na cultura organizacional.

Desde 2022, a Lei 14.457/22 obriga empresas com CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio) a adotar medidas concretas de prevenção e combate ao assédio sexual e à violência no trabalho.

Entre as exigências estão: código de conduta, canal de denúncias com anonimato garantido, apuração formal dos fatos e treinamentos periódicos.

Mais recentemente, a atualização da NR-1, em vigor desde maio deste ano, incluiu os chamados riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

O texto do Ministério do Trabalho e Emprego é claro: a avaliação deve focar nas condições de trabalho, como pressão excessiva, assédio, falta de suporte e medo de represálias, e não na vida pessoal ou na saúde mental individual do trabalhador.

A medida, no entanto, foi parcialmente suspensa pelo Supremo Tribunal Federal.

Ler a notícia completa no Correio Braziliense ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.correiobraziliense.com.br — o conteúdo pertence a Correio Braziliense.

Mais de Correio Braziliense

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›