sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Fernando Cerimedo e sócio atuaram na articulação internacional de Bolsonaro, diz jornal Rússia realiza novos ataques contra armazém próximo a Kiev Governo Militar da Guiné-Bissau quer reformular sistema politico com consulta popular Ex-presidente do Equador é condenado a cinco anos por corrupção Greve de médicos no Paraguai termina sem acordo após anúncios de demissões em massa Irã não desejou a guerra, mas resistirá contra qualquer agressor, afirma presidente Revitalização rural e direitos humanos: a dignidade material na experiência chinesa ‘Povo quer mudança’, diz palestino sobre eleições em meio ao genocídio israelense Sobe para 682 o número de mortos após enchente no Nepal Venezuela confirma acordo petroleiro com EUA que envolve reservas de 65 bilhões de barris Fernando Cerimedo e sócio atuaram na articulação internacional de Bolsonaro, diz jornal Rússia realiza novos ataques contra armazém próximo a Kiev Governo Militar da Guiné-Bissau quer reformular sistema politico com consulta popular Ex-presidente do Equador é condenado a cinco anos por corrupção Greve de médicos no Paraguai termina sem acordo após anúncios de demissões em massa Irã não desejou a guerra, mas resistirá contra qualquer agressor, afirma presidente Revitalização rural e direitos humanos: a dignidade material na experiência chinesa ‘Povo quer mudança’, diz palestino sobre eleições em meio ao genocídio israelense Sobe para 682 o número de mortos após enchente no Nepal Venezuela confirma acordo petroleiro com EUA que envolve reservas de 65 bilhões de barris
Política

Justiça manda Renan Santos remover vídeos ofendendo indígenas

Poder360 ·

A Justiça Federal do Pará determinou, na 2ª feira (24.ago.2026) que o candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), e a sua organização MBL (Movimento Renovação Liberal) removam de suas redes sociais vídeos com declarações ofensivas direcionadas aos povos indígenas do Baixo Tapajós.

Leia a íntegra do documento (PDF – 313 kB).

A decisão liminar foi proferida pelo juiz federal substituto Nícolas Gabry da Silveira e atende a uma ação civil pública movida pelo MPF (Ministério Público Federal).

A controvérsia teve origem em publicações veiculadas no Instagram durante ocupações indígenas no terminal portuário da empresa Cargill , em Santarém.

De acordo com a denúncia, Renan Santos usou as redes para fazer ofensas contra 14 etnias da região.

Nas publicações, Renan Santos chamou manifestantes indígenas de “vagabundos” , “picaretas” e “malandros” , e afirmando que vivem de “mamata” governamental.

As publicações também ridicularizavam traços físicos dos manifestantes e questionavam a legitimidade do pertencimento étnico das comunidades locais: “acabar com essa farra de qualquer um falar que é índio, falar que qualquer região aqui é reserva indígena” .

Perícias técnicas anexadas ao processo confirmaram a autenticidade dos vídeos e ressaltaram que as declarações ultrapassaram o debate sobre obras de infraestrutura regional e a livre crítica política.

Renan terá o prazo de 5 dias para o cumprimento da medida, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

Apesar de deferir a retirada dos vídeos das contas de Renan e do MBL, o juiz negou o pedido do MPF que visava proibir os réus de veicularem, no futuro, novos conteúdos de teor similar.

De acordo com o juiz, a legislação brasileira veda a censura prévia.

Com a concessão parcial da liminar, Renan e o MBL serão citados para apresentar contestação no processo.

Além da remoção dos conteúdos, a ação requer a condenação de pagamento de indenizações por danos morais coletivos e a publicação de retratação pública.

O Poder360 questionou a assessoria de Renan Santos sobre a determinação da Justiça Federal, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Ler a notícia completa no Poder360 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

Mais de Poder360

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›