Inquérito mostra que PM tentou ouvir motorista de Haddad e não teve resposta; veja print
A Polícia Militar tentou diversas vezes voltar a ouvir o motorista que acompanhava Fernando Haddad no episódio envolvendo uma suposta perseguição contra ele no Planalto Paulista, em São Paulo (SP) , mas não conseguiu novo contato.
A Jovem Pan teve acesso com exclusividade aos prints das tentativas de contato direto.
As mensagens e ligações foram feitas tanto pelo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, como pelo tenente-coronel responsável pela apuração preliminar na Polícia Militar.
Nico tentou ao menos cinco contatos telefônicos, enquanto mensagens e telefonemas feitos pela PM não foram retornados pelo motorista da Haddad (leia mais abaixo).
De acordo com o termo de declarações do coordenador do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública, Nico conversou com o motorista no dia 12 de agosto para colher informações e repassá-las para a averiguação da Polícia Militar.
Por volta das 15h daquele dia, os dois fizeram o primeiro contato telefônico.
Na conversa, o motorista relatou que teria sido perseguido e que uma viatura havia jogado luz sobre o carro.
Ele também afirmou que havia entrado no Hotel Pullman.
A PM enviou policiais ao hotel para tentar localizar imagens que confirmassem a entrada do Ford Fusion.
Os registros, porém, não foram encontrados .
Às 17h, o coordenador voltou a ligar para o motorista e questionou a ausência das imagens.
Foi então que o condutor apresentou uma segunda versão e afirmou que não havia entrado no hotel, mas apenas passado em frente ao estabelecimento.
Ele, então, apontou a Rua Joinville como o local da abordagem, dizendo que os policiais pararam a viatura, desembarcaram e o encararam.
À noite, por volta das 20h30, ele voltou a falar com Nico Gonçalves.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jovempan.com.br — o conteúdo pertence a Jovem Pan.