terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

PIB do Brasil desacelera a 0,5% no segundo trimestre

UOL Notícias ·
PIB do Brasil desacelera a 0,5% no segundo trimestre

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

O PIB (Produto Interno Bruto) subiu 0,5% no Brasil no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses imediatamente anteriores, apontam dados divulgados nesta terça-feira (1º) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado mostra uma desaceleração da economia após a alta de 1,1% no primeiro trimestre. A perda de ritmo era aguardada por analistas com o aperto dos juros altos .

A taxa de 0,5% ficou levemente acima da mediana das projeções do mercado financeiro, que era de 0,4%, conforme a agência Bloomberg. O intervalo das previsões ia de 0,2% a 0,6%.

Uma das questões por trás da desaceleração do PIB é a perda de força do consumo das famílias, motor da economia. O consumo teve taxa negativa no segundo trimestre (-0,4%), após alta no primeiro (0,8%).

A divulgação desta terça é a última do PIB antes das eleições de outubro . O IBGE publicará os dados do terceiro trimestre em 2 de dezembro.

O governo do presidente Lula (PT), que tenta a reeleição neste ano, apostou em medidas de estímulo à economia nos últimos meses. Outro incentivo para o PIB veio do mercado de trabalho , que ainda mostrou força no segundo trimestre .

Os juros altos, por outro lado, travam o crescimento ao dificultar o consumo e os investimentos produtivos. O BC (Banco Central) iniciou um ciclo de cortes na Selic em março , mas a taxa básica segue em dois dígitos.

Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes.

A Selic saiu de 15% ao ano no terceiro mês de 2026 para 14% em agosto , após quatro baixas consecutivas de 0,25 ponto percentual.

Os juros de dois dígitos buscam conter a inflação ao esfriar a demanda que pressiona os preços de parte dos bens e serviços. O efeito colateral esperado é a desaceleração do PIB.

Além do aperto da Selic e do fim do impulso da safra, o endividamento das famílias também foi apontado como trava para a economia no segundo trimestre.

O mercado financeiro espera alta de 1,92% para o PIB no acumulado de 2026, conforme a mediana das projeções do boletim Focus, do BC.

Caso a estimativa se confirme, este ano será o primeiro com taxa abaixo de 2% desde 2020. À época, a economia amargou queda de 3,3% sob efeito da pandemia .

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›