Ifac emite nota após condenação de professor por importunação sexual
O Instituto Federal do Acre (Ifac) divulgou nota oficial nesta segunda-feira (31) sobre a condenação de um servidor efetivo da instituição por crimes de importunação sexual. O professor Everaldo Araújo Ferreira foi condenado pela Justiça do Piauí a 6 anos e 17 dias de reclusão, em regime inicial semiaberto, por quatro crimes de importunação sexual contra a cunhada e a sobrinha por afinidade, conforme reportagem do ac24horas.
Na nota, o Ifac afirma que “tomou conhecimento, por meio de matéria jornalística, de decisão judicial de primeira instância envolvendo servidor efetivo da instituição, relacionada a fatos de natureza pessoal e familiar ocorridos fora do ambiente institucional”. A instituição declara ainda que “repudia toda e qualquer forma de assédio, violência sexual ou qualquer outra forma de violência” e reafirma “compromisso permanente com a prevenção e o enfrentamento dessas condutas”.
O Ifac informa que vai adotar “as providências administrativas cabíveis” e avaliar a necessidade de medidas preventivas, respeitando os limites de sua competência e o devido processo legal.
A sentença foi proferida em 23 de julho de 2026 pelo 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Teresina. Everaldo recorreu da decisão e responde ao processo em liberdade enquanto o caso é analisado pelo Tribunal de Justiça do Piauí. O processo também envolve uma investigação separada relacionada ao filho adolescente de uma das vítimas, que não integrou a sentença.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac) tomou conhecimento, por meio de matéria jornalística, de decisão judicial de primeira instância envolvendo servidor efetivo da instituição, relacionada a fatos de natureza pessoal e familiar ocorridos fora do ambiente institucional.
O Ifac repudia toda e qualquer forma de assédio, violência sexual ou qualquer outra forma de violência e reafirma seu compromisso permanente com a prevenção e o enfrentamento dessas condutas, em conformidade com sua Política de Prevenção e Combate ao Assédio e à Violência e com a legislação federal aplicável à Administração Pública.
Diante das informações divulgadas, a instituição adotará as providências administrativas cabíveis e avaliará a necessidade de medidas preventivas, observando rigorosamente os limites de sua competência. Ressalta-se que eventuais apurações deverão respeitar o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.
O Ifac reforça que estudantes, servidores e integrantes da comunidade podem denunciar situações de assédio ou violência, com garantia de acolhimento, sigilo e proteção contra retaliações, por meio dos canais oficiais e a plataforma Fala.BR.
A instituição permanece à disposição dos órgãos de imprensa para prestar os esclarecimentos necessários, sempre respeitando o sigilo legal e os direitos das pessoas envolvidas.
Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ac24horas.com — o conteúdo pertence a ac24horas.