Morte de Ruy Ferraz completa um ano e investigação aponta vingança do PCC
A morte de Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, completa um ano nesta terça-feira (15) .
Investigações apontam que a execução pode ter sido uma vingança do PCC (Primeiro Comando da Capital) contra o policial, que dedicou mais de quatro décadas ao combate à facção.
Ruy foi alvejado com pelo menos 20 tiros em setembro de 2025, em Praia Grande, no litoral paulista, após uma emboscada.
Segundo as investigações, o planejamento começou seis meses antes do crime e envolveu o roubo de veículos, a compra de armas e a definição de imóveis que seriam usados como bases de apoio.
Até a última atualização do caso, 12 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público.
Deste total, cinco foram soltas por determinação da Justiça e oito permanecem presas .
Leia Mais Ruy Ferraz: MPSP denuncia mais 4 indivíduos por ligação com o assassinato Caso Ruy Ferraz: Polícia vê vingança de criminosos como provável motivação Ex-delegado morto preparava denúncia sobre suposta fraude em Praia Grande Executado com 20 tiros Ruy Ferraz Fontes foi executado no dia 15 de setembro em uma emboscada.
O crime ocorreu após uma perseguição em alta velocidade e o capotamento do carro do delegado em Praia Grande, no litoral paulista.
O carro da vítima foi atingido por um ônibus durante a fuga, capotou e, em seguida, os criminosos realizaram a execução.
Segundo a polícia, os c riminosos efetuaram mais de 20 disparos de fuzil contra ele e fugiram na sequência. document.createElement('video'); https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/09/morte.mp4 Após a execução, os carros utilizados pelos criminosos, que eram roubados, foram abandonados e um deles incendiado na tentativa de apagar vestígios.
A análise inicial da ação criminosa revelou um planejamento meticuloso e o conhecimento técnico dos executores , que perseguiram Fontes antes de desferir mais de 20 tiros de fuzil.
Presos Até a última atualização, oito pessoas tinham sido presas e permanecem detidas pelo crime.
Veja quem são: Prisão em 21/09/25 – William Silva Marques, de 36 anos, proprietário do imóvel que teria sido utilizado pelos criminosos antes do crime em Praia Grande; Prisão em 03/10/25 – Felipe Avelino da Silva, o “Mascherano”, apontado como disciplina do PCC; Prisão em 17/10/25 – Cristiano Alves da Silva, conhecido como “Cris Brown”, é preso suspeito do envolvimento no planejamento e execução do crime; Prisão em 24/10/25 – Paulo Henrique Caetano De Sales.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.