Mais de 20 celulares são apreendidos em operação em presídio onde estão líderes do TCP
Agentes da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) apreenderam ao menos 23 celulares nesta quinta-feira, 3, no âmbito da Operação Illicitus , contra a entrada itens proibidos no sistema prisional do Rio de Janeiro .
A ação tem como objetivo desarticular a comunicação entre membros do Terceiro Comando Puro (TCP) presos com integrantes do lado de fora, bem como interromper o envio de drogas para cadeias no estado.
A operação tem como principal alvo lideranças do TCP no Presídio Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4) , além de visitantes e policiais penais que possam estar envolvidos no esquema, facilitando a entrada dos materiais.
Em paralelo, a Portaria Central do Complexo de Gericinó também foi fiscalizada.
Segundo a Seppen, houve uma intensificação das revistas no início de agosto, com apoio das subsecretarias Operacional e de Inteligência, e da Corregedoria-Geral da instituição.
Desde então, 567 celulares dos presídios e cerca de oito quilos de drogas foram tirados de circulação.
Além disso, 11 visitantes e dois policiais penais foram detidos. + Quem é Ricardo Abrão, deputado alvo de operação da PF por suspeita de compra de votos Continua após a publicidade Ao menos 64 aparelhos foram recolhidos uma revista na última segunda-feira, 31, na Cadeia Pública Paulo Roberto Rocha , onde estão membros do Comando Vermelho (CV) .
“A Seppen reconhece a importância dessas ações para o enfraquecimento do crime organizado, em prol da segurança da população, e ressalta o seu compromisso com a transparência pública, operando sob o controle da legalidade para garantir a ordem do sistema prisional fluminense”, afirmou o órgão do governo do estado em nota.
Continua após a publicidade “O nome da operação vem do latim illicitus e significa “ilícito” ou “proibido”, fazendo referência direta ao combate rigoroso contra as organizações criminosas e a entrada e circulação de materiais não permitidos nas unidades prisionais”, acrescentou.
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