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De atleta olímpica a meme mundial: atleta de break dance Raygun ganha documentário na Netflix

Folha de Boa Vista ·
De atleta olímpica a meme mundial: atleta de break dance Raygun ganha documentário na Netflix

A pesquisadora Rachael Gunn. conhecida como Raygun, representou a Austrália nas Olímpiadas de 2024 (Foto - Reprodução) Uma das apresentações mais inesperadas e comentadas dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 agora ganha um documentário próprio na Netflix.

“Untold: Raygun – A Polêmica do Breaking” acompanha a história de Rachael Gunn, a australiana conhecida como Raygun, que passou de pesquisadora universitária e atleta de breaking a um dos maiores memes da internet depois de sua performance olímpica viralizar em todo o mundo.

O filme já está disponível na plataforma.

Rachael Gunn nunca imaginou que sua participação nas Olimpíadas teria consequências tão grandes.

O breaking fez sua estreia olímpica em Paris, e Raygun representou a Austrália na competição.

Sua apresentação, marcada por movimentos pouco convencionais e um estilo bastante diferente daquele apresentado pelos principais nomes da modalidade, rapidamente tomou conta das redes sociais.

Confira sua apresentação: Em pouco tempo, vídeos da atleta foram transformados em memes e compartilhados milhões de vezes.

Mas a repercussão também ultrapassou a brincadeira.

A dançarina passou a enfrentar uma avalanche de críticas, ataques online, informações falsas e teorias da conspiração que questionavam até mesmo como ela havia conseguido uma vaga nos Jogos Olímpicos.

O que muita gente não sabia quando Raygun se tornou um fenômeno da internet é que sua relação com o breaking também fazia parte de sua carreira acadêmica.

Doutora em Estudos Culturais, Rachael Gunn desenvolveu pesquisas sobre a cultura do breaking, as danças urbanas e as questões de gênero dentro desse universo.

Antes da fama mundial, ela atuou como pesquisadora e professora na Universidade Macquarie, na Austrália.

A trajetória até Paris também não aconteceu por acaso.

Raygun conquistou sua vaga olímpica após vencer o Campeonato Oceânico de Breaking da WDSF, em 2023, garantindo o direito de representar a Austrália na estreia da modalidade nos Jogos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.

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