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Policial civil é denunciado pela morte do filho de vereador em praia de Couto Magalhães

G1 Tocantins ·
Policial civil é denunciado pela morte do filho de vereador em praia de Couto Magalhães

Luciano Ferreira da Silva foi baleado enquanto estava na praia, em Couto Magalhães (TO) Reprodução/Instagram de Luciano Ferreira O policial civil suspeito de matar Luciano Ferreira da Silva, em uma praia de Couto Magalhães, foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio qualificado.

Segundo o órgão, a vítima foi atingida por um disparo de arma de fogo durante uma discussão por causa de caixas térmicas.

O jovem, de 28 anos, era filho do vereador de Couto Magalhães, Lindomar Gomes da Silva (PT).

O crime aconteceu no dia 19 de julho de 2026, na Praia do Porto Franco.

Na época, a polícia informou que houve uma luta corporal e o suspeito efetuou um disparo que atingiu Luciano.

O jovem foi socorrido e levado para a unidade de saúde do município, mas não resistiu aos ferimentos.

O policial fugiu do local em um carro e posteriormente se apresentou na delegacia, onde foi ouvido e liberado. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o servidor foi indiciado pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil no dia 21 de agosto deste ano.

Em nota, o órgão também disse que o policial está de licença médica desde o dia 24 de fevereiro de 2026 e, por isso, não exerce atividade nas unidades da Polícia Civil.

Agora no g1 O nome do policial não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.

A reportagem também solicitou posicionamento ao Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (Sinpol), mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

LEIA TAMBÉM Quem era o filho de vereador morto a tiros por policial civil de folga em praia no TO Tiro que matou filho de vereador em praia foi disparado por policial civil, diz SSP Conforme o Ministério Público, a 1ª Promotoria de Justiça de Colinas do Tocantins solicitou, na denúncia, que o policial perca o cargo em caso de condenação, além de pagar uma indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares de Luciano.

A promotoria também pediu prioridade na tramitação do processo e que, após a primeira fase do processo, o acusado seja pronunciado e submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri.

Relembre o caso Luciano Ferreira trabalhava como garçom na praia de Porto Franco quando foi atingido por um tiro.

Na época, o prefeito da cidade, Júlio Cesar (Republicanos), contou que o caso gerou comoção na cidade.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.

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