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Alvo de denúncias, Associação Saúde em Movimento amplia parceria com Feira de Santana

A Tarde ·
Alvo de denúncias, Associação Saúde em Movimento amplia parceria com Feira de Santana

Mesmo sendo alvo de mais de 1.500 ações trabalhistas por atraso de salário e suspeita de usar CNPJs de fachada, a Associação Saúde em Movimento (ASM) ampliou a parceria com a Prefeitura de Feira de Santana, no centro-norte da Bahia.Em publicação nas redes sociais na última quarta-feira, 17, a entidade informou que passará a atuar em novas unidades da rede municipal de saúde, com o envio de 40 médicos e cerca de 400 profissionais da equipe multidisciplinar."A ASM inicia um novo capítulo em Feira de Santana, assumindo, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, a gestão de novas unidades e ampliando seu compromisso com uma saúde pública de qualidade", afirmou.Veja a publicação: Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Associação Saúde em Movimento (@saudeasm)Em nota, a prefeitura de Feira de Santana defendeu a transparência e lisura no processo de contratação da empresa.

"A Prefeitura de Feira de Santana informa que a parceria com a Associação Saúde em Movimento (ASM) segue os trâmites legais aplicáveis, com exigência de regularidade documental, técnica, fiscal e trabalhista, além de acompanhamento permanente pela Secretaria Municipal de Saúde", diz um trecho da nota.Em seguida, o município também diz que "não compactua com qualquer irregularidade e que todos os contratos e instrumentos de parceria estão sujeitos à fiscalização administrativa, jurídica e dos órgãos de controle competentes".Entenda as denúnciasSegundo denúncias, a ASM utiliza uma rede de organizações menores que funcionariam como CNPJs de fachada.

O conteúdo foi publicado inicialmente pelo portal Vero Notícas, que teve acesso aos documentos que apontam uma possível 'confusão patrimonial'.

Na prática, essas entidades permitiriam que o grupo continuasse participando e vencendo licitações públicas, mesmo após a marca principal ter sido impedida, por decisões judiciais, de contratar com o poder público.Além disso, a associação acumula cerca de 1.600 ações trabalhistas e é alvo de reclamações por atrasos no pagamento de salários.

A mesma publicação aponta ainda que CEO da ASM, Cláudio Vicci, estaria mantendo um padrão de vida considerado incompátivel com seus rendimentos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.

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