quinta-feira, 3 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Combinação de ômega-3 e ácido acetilsalicílico tem eficácia semelhante à de antibióticos contra periodontite grave O combate à ‘ciência colonial’ no fundo do mar Pesquisadores destacam a urgência de transformar dados científicos em políticas contra a poluição plástica O sertão que ainda se descobre Institutos Max Planck abrem oportunidades em diversas áreas Políticas de seleção para o ensino superior 1º Simpósio de Diversidade e Comunicação Defesa de Maduro pede arquivamento de processo nos EUA ao invocar imunidade soberana Irã alerta aos EUA adoção de ‘nova estratégia’ na guerra: ‘vamos destruir seus alicerces’ Rússia reage a acusações da Alemanha sobre incidente em Leipzig: entenda a tensão diplomática Combinação de ômega-3 e ácido acetilsalicílico tem eficácia semelhante à de antibióticos contra periodontite grave O combate à ‘ciência colonial’ no fundo do mar Pesquisadores destacam a urgência de transformar dados científicos em políticas contra a poluição plástica O sertão que ainda se descobre Institutos Max Planck abrem oportunidades em diversas áreas Políticas de seleção para o ensino superior 1º Simpósio de Diversidade e Comunicação Defesa de Maduro pede arquivamento de processo nos EUA ao invocar imunidade soberana Irã alerta aos EUA adoção de ‘nova estratégia’ na guerra: ‘vamos destruir seus alicerces’ Rússia reage a acusações da Alemanha sobre incidente em Leipzig: entenda a tensão diplomática
Economia

Quando é hora de pedir ajuda? As lições de Carole Crema e Semenzato para fazer um negócio crescer

Exame ·
Quando é hora de pedir ajuda? As lições de Carole Crema e Semenzato para fazer um negócio crescer

Saber fazer um bom produto pode ser suficiente para abrir uma empresa. Para fazê-la crescer, a história muda . Em algum momento, o empreendedor precisa deixar de olhar apenas para aquilo que sabe fazer e encarar números, pessoas, preços e decisões que muitas vezes estão fora da sua área de domínio.

Foi esse o ponto de partida do painel do Choque de Gestão , reality show de negócios da EXAME com patrocínio de Santander Empresas e Claro Empresas, durante o SP2B, evento de inovação e empreendedorismo realizado em São Paulo .

Carole Crema e José Carlos Semenzato, que participaram como mentores do programa, discutiram o momento de pedir ajuda — e os problemas que aparecem quando ela demora a chegar.

Os dois partiram de experiências diferentes. Carole Crema abriu seu negócio de doces em 2002 e diz ter aprendido gestão enquanto tocava a empresa. Chegou a manter três lojas e encerrou a operação de varejo no ano passado, para concentrar o negócio em uma fábrica de sobremesas que atende restaurantes.

Semenzato também começou a empreender sem a estrutura que hoje recomenda aos empresários. Fundador da SMZTO, holding que reúne 18 marcas de franquias e mais de 4.800 unidades em operação , ele acumula três décadas no setor. Os dois concordam que reconhecer o que não domina ajuda o empreendedor a errar menos.

“Eu acho que hesitei muito em pedir ajuda”, diz Carole Crema. “Hoje eu tenho alguns oráculos, um grupo de amigas e de empreendedores, de gente do mercado, onde eu peço ajuda quase que diariamente.”

Carole Crema conhece de perto o conflito entre fazer aquilo que levou alguém a empreender e administrar a empresa criada ao redor desse talento.

“Eu sou cozinheira. Eu sou da mão na massa. Eu não sou gestora”, diz. “Quando eu resolvi empreender, abri o meu negócio em 2002 e eu sabia fazer doce. Aí, quando eu abri a porta, eu entendi que doce não era o que eu ia fazer. Eu ia fazer a gestão.”

Foi justamente esse problema que ela encontrou na Loulou Pâtisserie , negócio de Nicole Hirata , ex-advogada que deixou o direito para trabalhar com confeitaria. A empresa começou de forma artesanal, no fundo da casa da avó da fundadora, que inspirou o nome da marca. Depois passou a fornecer croissants para cafeterias e padarias, abriu uma loja física na zona sul de São Paulo e chegou a uma produção diária de cerca de 500 unidades.

O ponto de venda funciona em um sobrado. No térreo fica a cozinha, onde Nicole passa a maior parte do tempo. No primeiro andar, o escritório. No episódio do Choque de Gestão, ela contou que gostava da produção, mas evitava subir a escada para encarar as planilhas da empresa.

A recomendação de Carole foi começar pelo básico. Em vez de tentar criar imediatamente uma estrutura financeira sofisticada, a empreendedora deveria entender os números que interferem nas decisões do dia a dia.

“Tem alguns números que a gente precisa saber”, diz Carole. “Tem que saber seu preço de custo, seu preço de venda, quanto você tem no banco.”

O problema ficou evidente na precificação dos produtos. Ao calcular o custo de um croissant vendido a outras empresas por cerca de sete reais, a conta considerava basicamente ingredientes e produção.

Ler a notícia completa no Exame ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em exame.com — o conteúdo pertence a Exame.

Mais de Exame

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›