sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Irã não desejou a guerra, mas resistirá contra qualquer agressor, afirma presidente Revitalização rural e direitos humanos: a dignidade material na experiência chinesa ‘O povo quer mudança’: eleições palestinas sob o genocídio israelense Sobe para 682 o número de mortos após enchente no Nepal Venezuela confirma acordo petroleiro com EUA que envolve reservas de 65 bilhões de barris Novo rei da Noruega, Haakon VIII enfrenta escândalos familiares e suposto vínculo com Epstein Em ato em Salvador, Lula reforça palanque baiano e critica sabatina da Globo Espanha decide acolher migrantes que permanecem sem alojamento em Ceuta O assassinato de Emmett Till: a face brutal do racismo nos EUA Reino Unido mantém contratos bilionários com empresas ligadas a assentamentos israelenses ilegais Irã não desejou a guerra, mas resistirá contra qualquer agressor, afirma presidente Revitalização rural e direitos humanos: a dignidade material na experiência chinesa ‘O povo quer mudança’: eleições palestinas sob o genocídio israelense Sobe para 682 o número de mortos após enchente no Nepal Venezuela confirma acordo petroleiro com EUA que envolve reservas de 65 bilhões de barris Novo rei da Noruega, Haakon VIII enfrenta escândalos familiares e suposto vínculo com Epstein Em ato em Salvador, Lula reforça palanque baiano e critica sabatina da Globo Espanha decide acolher migrantes que permanecem sem alojamento em Ceuta O assassinato de Emmett Till: a face brutal do racismo nos EUA Reino Unido mantém contratos bilionários com empresas ligadas a assentamentos israelenses ilegais
Últimas

Inflação, apagões e menos medo: a vida na Venezuela sem Maduro

UOL Notícias ·
Inflação, apagões e menos medo: a vida na Venezuela sem Maduro

Quase oito meses após a queda de Nicolás Maduro, muitos venezuelanos têm sentimentos mistos. Celebram sua captura e um sopro de liberdade, mas a crise que pulverizou salários e obrigou milhões a migrar continua.

Proprietários de uma confeitaria, Marbelis Daliz e o marido Arlindo Da Silva enfrentam uma inflação sufocante e apagões, males crônicos do país com as maiores reservas de petróleo do mundo. Seus ganhos mal cobrem os custos.

"Após 3 de janeiro, tínhamos uma expectativa e uma felicidade e dizíamos: a Venezuela mudou", conta Marbelis à AFP. Mas "infelizmente a realidade nos derrubou", acrescenta.

Desde 2019, a economia vive uma dolarização diante da descomunal desvalorização de sua moeda.

Com a tutela americana sobre o país, muitos esperavam uma chuva de dólares, mas a inflação anual em bolívares se aproxima de 575%. A inflação em dólares também é elevada, mas não há cifra oficial para 2026. No ano passado foi de 35%.

A ativista social Zaida Mujica tinha "muitas esperanças". Mas "levaram o ditador e não a ditadura", lamentou.

A presidente interina Delcy Rodríguez, que governa sob forte pressão de Washington, promeveu uma reforma da lei de hidrocarbonetos e uma nova legislação para a mineração, com o objetivo de atrair investimento externo.

Em abril, reajustou a remuneração dos servidores públicos em 240 dólares (1.239 reais), mas o salário mínimo é de apenas 130 bolívares mensais, alguns centavos de dólar (0,84 real). A cesta básica superou os 700 dólares em julho (3.614 reais), segundo o centro de estudos Cendas.

A produção diária de petróleo da Venezuela aumentou quase 29,8% desde janeiro, de acordo com cifras oficiais.

"Uma mudança política era importantíssima, necessária, mas não suficiente para gerar estabilidade e crescimento macroeconômicos", diz José Manuel Puente, do Instituto de Estudos Superiores de Administração (IESA).

Para o especialista, enquanto o país mantiver "a inflação mais elevada do mundo", não haverá bem-estar.

Quando as forças americanas capturaram Maduro após um bombardeio contra Caracas e seus arredores, Javier Chacón e a esposa Delia, ambos costureiros, comemoraram dentro de casa, temendo a repressão que marcou seus 13 anos de mandato.

"Logicamente, pensamos que haveria uma mudança", conta Javier. Mas ainda "estamos sobrevivendo", assegura.

Em 24 de junho, dois terremotos que deixaram mais de 6.500 mortos e centenas de edifícios em ruínas agravaram a situação, especialmente na devastada La Guaira, vizinha de Caracas.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›