Resumo do OD: programa espacial chinês, Amazônia e mais
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A China está ampliando sua presença no espaço e se prepara para disputar com os Estados Unidos os próximos passos da exploração lunar.
Em nossa matéria especial, contamos como o país construiu seu programa espacial e quais são os planos para os próximos anos.
Também temos recorde de preservação na Amazônia, alertas sobre o uso de inteligência artificial em bancos e tribunais, além de novidades para quem gosta de observar o céu.
Passou o fim de semana mais offline? Aqui vai um resumão do que você precisa saber para começar sua semana! Programa espacial chinês avança em ritmo acelerado e ameaça liderança dos EUA Em pouco mais de cinco décadas, a China passou de um país que acabava de colocar seu primeiro satélite em órbita a uma potência espacial com estação própria, missões em Marte e operações inéditas na Lua.
Agora, o país se prepara para uma nova etapa, com o objetivo de levar astronautas à superfície lunar até o fim desta década e ampliar sua presença no espaço profundo.
Boa parte desse avanço está ligada à construção de uma infraestrutura independente.
O programa chinês conta com a família de foguetes Longa Marcha, o sistema de navegação por satélite BeiDou, centros de lançamento próprios e redes de rastreamento de espaçonaves.
A estação Tiangong, que mantém presença humana contínua em órbita desde 2022, também permite a realização de experimentos científicos sem depender da Estação Espacial Internacional.
Na exploração lunar, as missões Chang’e já levaram robôs à superfície e trouxeram amostras do lado oculto da Lua para a Terra.
Os próximos passos incluem investigar possíveis depósitos de gelo no polo sul lunar e avançar na construção da Estação Internacional de Pesquisa Lunar, iniciativa sino-russa.
O objetivo é preparar o caminho para missões tripuladas e ampliar a autonomia tecnológica chinesa diante da liderança histórica dos Estados Unidos na exploração espacial.
Saiba mais.
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