Polícia Penal do Rio faz operação para barrar celulares em presídio do TCP
Nesta quinta-feira (3/9), a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) deflagrou mais uma fase da Operação Illicitus, que combate o crime organizado no sistema prisional fluminense.
A ação tem como objetivo desarticular a comunicação entre integrantes de facções presos e criminosos em liberdade , de forma a enfraquecer a cadeia criminosa e as atividades ilícitas promovidas pelas organizações.
Os principais alvos desta quinta são lideranças do Terceiro Comando Puro (TCP) .
A ação desta quinta-feira mira as principais lideranças do Terceiro Comando Puro (TCP), que estão custodiadas no Presídio Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4).
Simultaneamente, ocorre fiscalização na Portaria Central do Complexo de Gericinó.
A operação tem como alvos permanentes detentos e visitantes, além de policiais penais que, porventura, estejam envolvidos em práticas ilegais ou atuem para cometer ou facilitar atividades ilícitas no sistema prisional.
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Além de celulares, a entrada e a circulação de outros itens proibidos também estão na mira da Seppen, como entorpecentes.
Desde o início de agosto, a Operação Illicitus já retirou de circulação 567 celulares dos presídios e cerca de oito quilos de drogas.
Dos aparelhos apreendidos, 64 foram recolhidos em uma ação realizada na Cadeia Pública Paulo Roberto Rocha, na última segunda-feira (31/8).
A unidade fica em Bangu e abriga integrantes do Comando Vermelho.
No mesmo período, mediante controle rígido e auxílio de tecnologias como scanners corporais, 11 visitantes foram presos ao tentar ingressar com materiais proibidos em unidades prisionais.
Dois policiais penais também foram flagrados.
Os resultados desta primeira fase da operação, analisados em conjunto com fiscalizações anteriores, subsidiarão um estudo técnico para o diagnóstico e o planejamento de novas ações estratégicas, que serão realizadas de forma sistemática e inopinada.
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