quarta-feira, 14 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Atlético-MG tem dois gols anulados, vence City Torque e encaminha vaga à final da Sul-Americana› Defesaça, belo gol e mais: melhores momentos de Atlético-MG x City Torque› Livas Damazio e Duda Carbone lideram vitórias brasileiras em Porto Feliz› Atlético-MG amassa City Torque e encaminha vaga na final da Sul-Americana› Luis Enrique defende títulos do Manchester City após condenação por infrações financeiras› Palmeiras tem três zagueiros e três meio-campistas contra o Flu; veja times› Federação Mexicana sobre caso Alan Cleland: 'Abuso não tem justificativa'› Astro da NFL é culpado por agressão e terá que pagar R$ 2,5 mi a ex-esposa› Transmissão ao vivo de Fluminense x Palmeiras pela Libertadores: veja onde assistir› Maria Ferananda Lopes pontua na WTA aos 16 anos e tenta entrar no ranking› Atlético-MG tem dois gols anulados, vence City Torque e encaminha vaga à final da Sul-Americana› Defesaça, belo gol e mais: melhores momentos de Atlético-MG x City Torque› Livas Damazio e Duda Carbone lideram vitórias brasileiras em Porto Feliz› Atlético-MG amassa City Torque e encaminha vaga na final da Sul-Americana› Luis Enrique defende títulos do Manchester City após condenação por infrações financeiras› Palmeiras tem três zagueiros e três meio-campistas contra o Flu; veja times› Federação Mexicana sobre caso Alan Cleland: 'Abuso não tem justificativa'› Astro da NFL é culpado por agressão e terá que pagar R$ 2,5 mi a ex-esposa› Transmissão ao vivo de Fluminense x Palmeiras pela Libertadores: veja onde assistir› Maria Ferananda Lopes pontua na WTA aos 16 anos e tenta entrar no ranking
Política

Escravas na tecla “2”

Revista Fórum ·
Escravas na tecla “2”

Em 1985, a canadense M.

Atwood publicou seu “O Conto da Aia”, ficção em que uma ditadura teocrática impunha às mulheres a obrigação de servirem à espécie humana como meras reprodutoras.

Essa aparente distopia na verdade tem um passado concreto muito recente e um futuro possível dependente apenas de dois toques na tecla “2”.

Na Itália, o fascismo foi uma reação cultural também aos movimentos de emancipação feminina associados à participação das mulheres na produção industrial (sobretudo no triângulo Gênova-Milão-Turim), durante a 1ª Guerra Mundial.

Terminado o conflito, os soldados desmobilizados voltaram da linha de frente e encontraram mulheres em seus postos de trabalho – com a mesma produtividade, mas recebendo uma fração do salário masculino – o que fez surgir um ódio contra as que ousavam fazer mais do que seu papel doméstico-reprodutor.

Ódio instrumentalizado pelo estado fascista.

Na década de 1920, Mussolini lançou a “Batalha dos Nascimentos”, incluindo prêmios por fertilidade, empréstimos para casamentos, impostos sobre homens solteiros e a criminalização de qualquer método contraceptivo.

A presença da mulher em cargos públicos foi limitada a 10% e foram proibidas de ensinar História e Filosofia.

Hitler, tal como os bolsonaristas que reagem ao fim da escala 6×1 especulando sobre “o que os trabalhadores farão de um dia a mais de folga?”, dizia que as mulheres deviam ser conduzidas pois “não sabem o que fazer da liberdade”.

Em 1935, o fascismo alemão criou o programa de reprodução em massa Lebensborn , verdadeiros currais humanos onde as jovens alemãs “geneticamente perfeitas” deviam se submeter ao sexo com milicianos das SS “geneticamente perfeitos” e assim produzir a nova geração de fascistas “arianos”.

Em comum, na Itália fascista as mulheres não votavam e na Alemanha perderam o direito ao voto em 1933.

E hoje, nos EUA de Trump e no Brasil de Flávio Bolsonaro, há um forte movimento contra o voto feminino, discutido no bojo do ideário que apoia o filho do genocida Jair à presidência.

Cogita-se uma emenda constitucional vinda do PL, para excluir o direito ao voto feminino.

Um incauto poderia sustentar que a igualdade entre homens e mulheres, fixada no artigo 5° da Constituição, é cláusula pétrea.

Ler a notícia completa no Revista Fórum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

Mais de Revista Fórum

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›