quarta-feira, 14 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Estados dos EUA dizem que ChatGPT prejudica jovens e processam OpenAI› Uruguai anuncia investimento de US$ 5,7 bi em complexo de 'data centers'› O que as IAs podem fazer nas eleições? Meta virou alvo por bandeira para Flávio› Governo anuncia medidas de apoio a produtoras de videogames no Brasil› Netflix demite mil pessoas, 6% do quadro, atingindo tecnologia e produtos› México exige que plataformas digitais protejam menores de conteúdo violento e sexual› Apple pede a tribunal dos EUA que anule veredicto histórico de patente de US$5,7 bi› OpenAI acusa ex-funcionário que foi para Apple de levar arquivos sobre dispositivo não lançado› Netflix demite cerca de 6% dos funcionários em maior corte desde 2022› Correios passam a recolher lixo eletrônico de graça em 6,8 mil agências› Estados dos EUA dizem que ChatGPT prejudica jovens e processam OpenAI› Uruguai anuncia investimento de US$ 5,7 bi em complexo de 'data centers'› O que as IAs podem fazer nas eleições? Meta virou alvo por bandeira para Flávio› Governo anuncia medidas de apoio a produtoras de videogames no Brasil› Netflix demite mil pessoas, 6% do quadro, atingindo tecnologia e produtos› México exige que plataformas digitais protejam menores de conteúdo violento e sexual› Apple pede a tribunal dos EUA que anule veredicto histórico de patente de US$5,7 bi› OpenAI acusa ex-funcionário que foi para Apple de levar arquivos sobre dispositivo não lançado› Netflix demite cerca de 6% dos funcionários em maior corte desde 2022› Correios passam a recolher lixo eletrônico de graça em 6,8 mil agências
Política

Milhares de colombianos marcham na primeira greve nacional contra o governo Espriella

Brasil de Fato ·
Milhares de colombianos marcham na primeira greve nacional contra o governo Espriella

O governo de Abelardo de la Espriella mal completou dois meses no poder na Colômbia e, nesta quarta-feira (14), enfrentou um grande desafio nas ruas, com a primeira greve nacional em protesto contra sua administração.

Em um contexto de grande tensão política e social, milhares de pessoas marcharam por Bogotá, Cali, Medellín, Bucaramanga, Pereira e Riohacha para expressar um rechaço frontal à agenda econômica e de segurança do governo Espriella, ao aumento do custo de vida, à onda de violência, à regressão das conquistas sociais e às tentativas de criminalizar e coagir o direito de protestar.

A manifestação reuniu sindicatos, grupos estudantis, partidos de oposição, federações trabalhistas e o Conselho Regional Indígena de Cauca (CRIC). A abrangência da aliança, que incluiu desde o movimento dos professores até as comunidades indígenas, deu o tom para um dia de ações que tomou conta da capital e foi replicado em outras seis cidades do país.

O ex-presidente Gustavo Petro e outras figuras progressistas devem participar da manifestação em Bogotá. Os manifestantes enfatizaram o caráter pacífico do protesto, contrariando as declarações vindas do Palácio Presidencial (Casa de Nariño) que tentam deslegitimar as reivindicações da sociedade civil colombiana.

O estopim foi o Decreto 1525, assinado por Espriella. O decreto estabelece regras para a atuação das forças de segurança em manifestações e autoriza as autoridades a dispersá-las em caso de distúrbios graves. Os governos locais responderam com um grande contingente de policiais uniformizados nas principais cidades.

A oposição interpretou a operação como uma tentativa de restringir preventivamente o direito de protesto. Essa interpretação aumentou ainda mais as tensões em um dia que os organizadores haviam anunciado como uma expressão de descontentamento acumulado com o custo de vida e o desmantelamento de programas sociais.

O descontentamento não se limita ao decreto. Os setores mobilizados questionam todas as decisões iniciais do Executivo, que acusam de desmantelar conquistas sociais e encarecer o cotidiano da maioria.

A Fecode, Federação Colombiana de Educadores, saiu em defesa da educação pública e da saúde dos professores. O sindicato também exigiu a reconstrução da infraestrutura escolar danificada por emergências anteriores, como o terremoto e os tremores secundários no Vale do Cauca, e denunciou a estigmatização sofrida pelos sindicatos de professores.

As comunidades indígenas e camponesas, por sua vez, rejeitaram os megaprojetos e as medidas econômicas que ameaçam seus territórios ancestrais. O CRIC alertou que o governo Espriella está tentando minar a autonomia de suas organizações.

A agenda econômica foi o foco de grande parte do descontentamento. O aumento do custo de vida e as políticas que, segundo os organizadores, corroem os direitos adquiridos, levaram trabalhadores de diversos setores produtivos às ruas.

Ler a notícia completa no Brasil de Fato ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.brasildefato.com.br — o conteúdo pertence a Brasil de Fato.

Este assunto em outros veículos

Mais de Brasil de Fato

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›