sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Cantor sertanejo pega 28 anos por feminicídio; laudo cita 114 lesões Embarcação atinge jet ski de bombeiros em evento de Flávio Bolsonaro em Angra dos Reis Colonos israelenses voltam a atacar casa na Cisjordânia e geram reação de Netanyahu Menina de 6 anos é resgatada após 60 horas soterrada sob escombros no Nepal Temporal causa estragos em diferentes pontos de Apucarana; veja fotos "As pessoas não fazem planos. Não há esperança": o declínio do cotidiano na Rússia Nepal enterra vítimas sem identificação para evitar riscos com decomposição Alckmin reúne ex-secretários de SP que lançam manifesto em apoio a Haddad Filme com 'baby Yoda' e Guy Ritchie: o que ver na TV e streaming nesta semana Emissora estatal italiana RAI demite jornalista veterano e desencadeia tempestade política Cantor sertanejo pega 28 anos por feminicídio; laudo cita 114 lesões Embarcação atinge jet ski de bombeiros em evento de Flávio Bolsonaro em Angra dos Reis Colonos israelenses voltam a atacar casa na Cisjordânia e geram reação de Netanyahu Menina de 6 anos é resgatada após 60 horas soterrada sob escombros no Nepal Temporal causa estragos em diferentes pontos de Apucarana; veja fotos "As pessoas não fazem planos. Não há esperança": o declínio do cotidiano na Rússia Nepal enterra vítimas sem identificação para evitar riscos com decomposição Alckmin reúne ex-secretários de SP que lançam manifesto em apoio a Haddad Filme com 'baby Yoda' e Guy Ritchie: o que ver na TV e streaming nesta semana Emissora estatal italiana RAI demite jornalista veterano e desencadeia tempestade política
Política

Supremo proíbe São Paulo de cobrar IPVA já pago em outro estado

Consultor Jurídico ·
Supremo proíbe São Paulo de cobrar IPVA já pago em outro estado

O Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional trecho de uma lei paulista que permitia cobrar novamente o IPVA de veículos de locadoras quando o imposto já tivesse sido pago em outro estado.

Magnific Plenário derrubou regras que ampliavam a responsabilidade pelo pagamento do imposto Por unanimidade, o plenário entendeu que a norma resultava em cobrança duplicada do tributo sobre o mesmo veículo no mesmo ano.

A decisão foi apresentada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) contra diversos pontos da Lei estadual 13.296/2008 .

A Ação Direta de Inconstitucionalidade foi julgada na sessão virtual encerrada em 18 de agosto.

Bitributação O plenário acompanhou o voto do relator, ministro Gilmar Mendes , pela inconstitucionalidade da parte da norma que considerava como fato gerador do IPVA a data em que um veículo registrado anteriormente em outro estado fosse alugado ou colocado à disposição para locação em São Paulo.

Para o relator, essa regra permitia a cobrança do imposto duas vezes sobre o mesmo veículo no mesmo ano, mesmo quando o IPVA já tenha sido pago em outro estado.

Local de cobrança Outro ponto de consenso no julgamento foi que a legislação paulista ampliou indevidamente a cobrança do IPVA ao considerar o local onde o veículo está ou o domicílio do locatário como critérios para a cobrança.

O relator destacou que o entendimento do tribunal é de que o imposto deve ser cobrado pelo estado onde o contribuinte mantém sua sede ou domicílio tributário.

No caso das locadoras, o veículo continua vinculado à empresa proprietária, e não à empresa que o aluga.

Leasing Nos contratos de arrendamento mercantil (leasing), o plenário definiu que a expressão “local do domicílio ou residência do arrendatário” deve ser interpretada de modo a permitir a cobrança do IPVA por São Paulo somente quando o arrendatário tiver sede ou domicílio tributário no estado.

Responsabilidade tributária O colegiado declarou inconstitucionais os trechos da legislação paulista que estendiam a cobrança do IPVA a agentes públicos pela contratação de frotas no estado e a gestores de locadoras por veículos alugados ou disponibilizados em São Paulo.

Segundo o relator, a norma extrapolou os limites do Código Tributário Nacional (CTN) , que restringe a responsabilidade tributária apenas a atos ou omissões diretos do próprio contribuinte.

Empresa locatária O relator e os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino ficaram vencidos em outro ponto: a atribuição de responsabilidade pelo imposto à empresa que aluga o veículo para uso em São Paulo.

Prevaleceu o entendimento do ministro Cristiano Zanin de que o CTN não permite responsabilizar a locatária.

Ler a notícia completa no Consultor Jurídico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.conjur.com.br — o conteúdo pertence a Consultor Jurídico.

Mais de Consultor Jurídico

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›