Tragédia no Himalaia já deixa 1.130 mortos
A tragédia que assolou a fronteira entre Nepal e China no dia 26 de agosto eleva o número de mortos para 1.130, com quase 4.500 pessoas ainda desaparecidas, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (2) pelas autoridades de gestão de emergências.
O desastre foi provocado pelo colapso de uma geleira no Himalaia, que causou inundações repentinas e deslizamentos devastadores.
A tragédia no Himalaia, na fronteira entre Nepal e China, registra 1.130 mortos confirmados até o momento.
Quase 4.500 pessoas permanecem desaparecidas, incluindo centenas de trabalhadores de hidrelétricas e turistas internacionais.
O desastre foi desencadeado pelo colapso de uma geleira, que gerou inundações e deslizamentos que varreram assentamentos inteiros.
Segundo balanço preliminar, 1.114 corpos foram recuperados pelos socorristas no Nepal, enquanto 16 óbitos foram registrados no Tibete chinês, totalizando as 1.130 vítimas confirmadas.
Além disso, 3.916 pessoas estão desaparecidas apenas no Nepal, e outras 546 na China, somando um total de 4.462.
Dos cerca de 3,9 mil indivíduos desaparecidos no Nepal, 639 são trabalhadores que ficaram presos em túneis de hidrelétricas ao longo do rio Trishuli, uma das áreas mais afetadas pelas cheias repentinas.
Qual a causa da tragédia no Himalaia? A catástrofe foi provocada pelo colapso de uma geleira no Himalaia, a cordilheira que abriga os picos mais altos do planeta.
Enormes blocos de gelo se desprenderam e arrastaram uma massa de detritos.
Essa massa incluía rochas, árvores, sedimentos e a água de lagos represados nas montanhas, varrendo do mapa assentamentos inteiros.
Embaixadas estrangeiras também intensificaram os esforços para localizar os 583 turistas internacionais que estão entre os desaparecidos na região afetada.
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