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Termômetros iguais, sensações diferentes: por que o calor dos verões amazônico e europeu não é igual?

G1 Amazonas ·
Termômetros iguais, sensações diferentes: por que o calor dos verões amazônico e europeu não é igual?

Dias de calor no Amazonas g1 AM Sentir calor na Amazônia durante o "verão amazônico", que ocorre entre julho e novembro, pode ser diferente de enfrentar a mesma temperatura em uma cidade europeia durante o verão.

Embora o termômetro registre o mesmo número, fatores como umidade do ar, vento, exposição ao sol e características do ambiente influenciam a forma como o calor é percebido pelo corpo.

Na Amazônia, o chamado verão amazônico é o período do ano em que as chuvas diminuem e o sol aparece com mais frequência.

É também uma época em que as temperaturas podem subir e, com a alta umidade do ar, o calor pode se tornar mais difícil de suportar.

Na Europa, por outro lado, o verão é uma estação astronômica, definida pela posição da Terra em relação ao Sol.

As ondas de calor que atingem o continente têm características diferentes e podem ser provocadas por sistemas atmosféricos que mantêm o tempo quente e seco por vários dias. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Para entender essas diferenças, o g1 conversou com a meteorologista Andrea Ramos e consultou dois estudos científicos sobre o comportamento do clima na Europa e na Amazônia.

El Niño deixa o verão amazônico com tempo seco e temperaturas altas, em Manaus Por que 35°C podem parecer tão sufocantes na Amazônia? A temperatura registrada no termômetro não é o único fator que determina a sensação de calor.

A umidade relativa do ar também tem papel importante.

Na Amazônia, o ar carrega uma grande quantidade de vapor d'água.

Quando os termômetros marcam 35°C e a umidade está alta, o suor produzido pelo corpo encontra mais dificuldade para evaporar.

A evaporação do suor é um dos principais mecanismos usados pelo organismo para diminuir a própria temperatura.

Quando o ar já está muito úmido, esse processo fica mais lento e o corpo perde eficiência para liberar calor.

"O resfriamento do corpo humano depende diretamente da evaporação do suor na pele.

Em um ambiente com umidade extremamente alta, a atmosfera já está saturada de vapor, o que impede essa evaporação rápida.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amazonas.

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