Meta veiculou no Brasil anúncios políticos ilegais pagos no exterior, mostra levantamento
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Para os pesquisadores, os dados indicam a circulação de peças publicitárias visando a incidir sobre a disputa eleitoral brasileira, e a empresa só agiu para restringir o conteúdo ilegal após lucrar com ele.
As 1.613 peças político-eleitorais identificadas pela equipe foram impulsionadas por 187 anunciantes, totalizando o gasto de R$ 2 milhões, valor referente à conversão das moedas estrangeiras com base nas cotações de 1º de outubro de 2026.
Nessa classificação, Haddad fica em sexto lugar, com R$ 2,4 milhões, antecedido por Tarcísio de Freitas , com R$ 3 milhões. Encabeçam a lista os presidenciáveis Lula (PT), com R$ 9,4 milhões, e Flávio Bolsonaro ( PL ), com R$ 6,8 milhões.
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Segundo o levantamento, a Corporativo Lam pode ter investido, sozinha, até R$ 1,6 milhão em propaganda eleitoral nas plataformas da Meta, o maior volume entre todas as fontes pagadoras identificadas.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Poder.