Quais estilos ainda falta trazer para o Rock in Rio? Zé Ricardo responde
Uma das propostas do Rock in Rio como festival é representar um grande número de gêneros musicais.
A edição 2026 cumpre essa tarefa ao dedicar um dia ao k-pop.
Também há abertura para cenas diferentes de um mesmo estilo, como a data reservada ao metal contemporâneo.
Entretanto, o trabalho não para.
Em entrevista a Igor Miranda para a Rolling Stone Brasil , Zé Ricardo , vice-presidente artístico da Rock World – empresa responsável pela curadoria e organização do evento –, discutiu o desafio de identificar os estilos ideais para o Rock in Rio.
Segundo ele, trata-se de prever o que o público nem sabe querer ainda: “Não é só atender ao que o povo quer.
Não é só sobre o que o povo quer.
É sobre o que a gente propõe que ele nem sabe que quer.
Algo que ele nem sabe que precisa.
Quando digo que ‘curadoria é propor’, é um pouco isso, sabe? É você fazer propostas para o artista e para o seu público.” Como citado, uma das grandes novidades do Rock in Rio 2026 é a inclusão de k-pop como parte da programação do Palco Mundo, no próximo dia 11 de setembro.
Além do headliner Stray Kids , tocam também no espaço a cantora Hwasa e o grupo coreano-japonês Nexz , além do DJ brasileiro Alok .
Entretanto, Zé Ricardo montou um lineup em outros palcos que ele espera atiçar a curiosidade de todos os fãs, os motivando a descobrir coisas novas.
“Sendo k-pop uma música muito bem feita, de muita qualidade, que tem dança e tudo o mais… acho que é impossível que pessoas que gostam de k-pop passarem pelo palco do Jamiroquai [palco Sunset] e não pirarem.
Isso é uma proposta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.