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Em plano, Flávio propõe reaproximação com EUA e reação a sanções

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Em plano, Flávio propõe reaproximação com EUA e reação a sanções

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro , defende uma reaproximação do Brasil com os Estados Unidos e o uso da diplomacia para tentar derrubar barreiras comerciais contra produtos brasileiros.

A proposta consta no plano de governo do senador para um eventual governo.

O documento, batizado de “ Plano Para o Brasil Vencer o Atraso” , reúne propostas divididas em eixos temáticos, como segurança, economia, educação, saúde, infraestrutura e gestão do Estado.

O plano deve ser protocolado ainda nesta quinta-feira (13/8) no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ), junto com o pedido de registro da candidatura do senador.

Em capítulo que trata do agronegócio, o programa prevê que um eventual governo Flávio buscará uma solução negociada para restrições impostas a produtos brasileiros.

O texto promete “buscar soluções diplomáticas eficazes contra sanções dos Estados Unidos, da China e da Europa aos produtos nacionais”.

Leia também Grande Angular Plano de Flávio propõe limitar STF, fim da reeleição e corte de ministérios Brasil Sistema do TSE volta a mostrar Flávio Bolsonaro como filiado ao PL Brasil Nunes Marques pede à PF para investigar filiação de Flávio ao Missão A proposta faz parte de uma estratégia mais ampla para melhorar a relação do Brasil com parceiros comerciais, especialmente os Estados Unidos.

O plano critica a política externa do atual governo e defende uma atuação baseada em interesses econômicos.

“Nossa proposta é o oposto: uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e pelo pragmatismo, não pela ideologia”, diz o documento.

O texto afirma ainda que o Brasil voltará a privilegiar parceiros interessados no “ganho mútuo do comércio”.

O programa cita diretamente os Estados Unidos ao defender uma mudança na relação com países considerados parceiros tradicionais.

“Não trataremos como adversários os nossos parceiros mais importantes e tradicionais.

Nos últimos anos, as relações com países como Argentina, Estados Unidos e Israel foram levadas ao limite do rompimento.

Vamos reverter esse quadro com profissionalismo e foco no interesse do Brasil”, afirma o plano.

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