Quatro suspeitos são presos em operação contra golpe do 'falso advogado' no RN
Polícia Civil cumpriu mandados em operação contra Falso Advogado A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (1º) uma operação contra um grupo suspeito de praticar o crime de falso advogado no Rio Grande do Norte.
Uma das vítimas da organização teve um prejuízo estimado de quase R$ 100 mil.
No total, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão, de natureza domiciliar e pessoal.
A Justiça também determinou medidas de quebra de sigilos e outras medidas cautelares diversas da prisão.
GOLPE DO FALSO ADVOGADO: OAB-RN lança cartilha para orientar população contra criminosos 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp As investigações apontaram que os criminosos utilizavam perfis falsos em aplicativos de mensagens, se passavam por advogados e induziam vítimas para obter vantagens financeiras ilícitas.
Suspeita foi presa em operação da Polícia Civil Divulgação Para dar legitimidade às abordagens às vítimas, o grupo criminoso utilizava informações processuais reais e dados sigilosos das vítimas.
O grupo ainda utilizava indevidamente a identidade de profissionais da advocacia para conferir credibilidade às abordagens, segundo a polícia.
A operação “Falsus Causidicus” contou com o apoio da Polícia Civil do Ceará e do Ciberlab do Ministério da Justiça.
Segundo a polícia, a operação visa combater crimes de estelionato praticados por meio de fraudes eletrônicas.
De acordo com as investigações, os investigados estão envolvidos em um esquema criminoso voltado à aplicação de golpes por meio de engenharia social.
Vítima transferiu quase R$ 100 mil Em um dos casos investigados, a polícia informou que a vítima foi induzida pelo grupo criminoso a realizar transferências bancárias via PIX que totalizaram quase R$ 100 mil.
De acordo com a Polícia Civil, os valores foram enviados após a vítima acreditar que estava pagando supostas taxas cartorárias necessárias para a liberação de um crédito judicial que, na realidade, não existia.
"As investigações também apontaram que os valores obtidos por meio dos golpes eram movimentados por contas bancárias de terceiros e, posteriormente, repassados ao suspeito", informou a Polícia Civil.
A prática, de acordo com a polícia, teria como objetivo dificultar o rastreamento das movimentações financeiras e ocultar a origem ilícita dos recursos Operação A operação teve como objetivo apreender dispositivos eletrônicos, coletar registros digitais relacionados à prática criminosa e preservar elementos relevantes para o aprofundamento das investigações.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio Grande do Norte.