quinta-feira, 15 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Prazo para entrar ou voltar ao Simples Nacional em 2027 termina hoje› Você não precisa de dinheiro para começar um negócio. Precisa de clientes› Patrões dizem que fim da 6x1 é 'tragédia'; sindicato, 'conquista histórica'› Como ficou a votação da escala 6x1? Veja placar nos dois turnos› Placar da votação da escala 6x1 no Senado: veja como ficou resultado› Fim da escala 6x1: veja como ficou votação final no Senado após dois turnos› Entidade patronais afirmam que fim da escala 6x1 pressionará inflação› Empresas falam em banco de horas e demissões com o fim da escala 6x1› Fim da 6x1: Como sindicatos e empresas podem negociar mudanças e prazos› Próximo governo está fadado a decepcionar na economia, diz Monica de Bolle› Prazo para entrar ou voltar ao Simples Nacional em 2027 termina hoje› Você não precisa de dinheiro para começar um negócio. Precisa de clientes› Patrões dizem que fim da 6x1 é 'tragédia'; sindicato, 'conquista histórica'› Como ficou a votação da escala 6x1? Veja placar nos dois turnos› Placar da votação da escala 6x1 no Senado: veja como ficou resultado› Fim da escala 6x1: veja como ficou votação final no Senado após dois turnos› Entidade patronais afirmam que fim da escala 6x1 pressionará inflação› Empresas falam em banco de horas e demissões com o fim da escala 6x1› Fim da 6x1: Como sindicatos e empresas podem negociar mudanças e prazos› Próximo governo está fadado a decepcionar na economia, diz Monica de Bolle
Últimas

Reino Unido aciona Interpol para rejeitar pedidos de prisão da Argentina por Ilhas Malvinas

Veja ·
Reino Unido aciona Interpol para rejeitar pedidos de prisão da Argentina por Ilhas Malvinas

O Reino Unido pediu à Interpol que rejeite eventuais pedidos de prisão apresentados pela Argentina contra pessoas ligadas à exploração de petróleo nas Ilhas Malvinas, administradas pelos britânicos como um território ultramarino desde 1833 e reivindicadas por Buenos Aires.

Em carta enviada à sede da organização, em Lyon, autoridades britânicas argumentaram que as solicitações de alertas vermelhos podem ter motivação política, segundo reportagem exclusiva do jornal britânico The Guardian , publicada nesta terça-feira, 13.

A iniciativa ocorre em meio ao agravamento da disputa entre os dois países pelos recursos naturais do arquipélago.

O projeto petrolífero britânico conhecido como Leão Marinho, localizado na Bacia Norte das Malvinas, no Atlântico Sul, tem potencial para triplicar o Produto Interno Bruto (PIB) das ilhas.

O presidente argentino, Javier Milei, prometeu impedir a exploração.

Também nesta terça-feira, o governo argentino anunciou ter solicitado medidas provisórias ao Tribunal Internacional do Direito do Mar para suspender as atividades de exploração de hidrocarbonetos autorizadas pelo Reino Unido na região.

A iniciativa veio após Milei dar a Londres, em 28 de setembro, um prazo de duas semanas para interromper o projeto, sob ameaça de ação judicial.

O ultimato expirou na segunda-feira, 12.

Segundo o The Guardian , o governo britânico teme que Milei utilize mecanismos internacionais de cooperação policial para pressionar profissionais e empresas envolvidos no empreendimento.

Na carta enviada à Interpol, Londres pediu cautela na análise de eventuais solicitações argentinas de detenção.

Continua após a publicidade Os alertas vermelhos da Interpol são solicitações para localizar pessoas procuradas e pedir sua prisão provisória enquanto se aguarda uma eventual extradição.

A organização, porém, não pode participar de intervenções ou atividades de caráter político, militar, religioso ou racial, conforme estabelece o artigo 3º de sua Constituição.

Segundo o Guardian , a entidade respondeu à correspondência britânica afirmando que respeitará essa restrição.

A emissão de um alerta não determina automaticamente a prisão: cabe às autoridades de cada país-membro decidir se atenderão ao pedido.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›