Pix: veja os limites para transferências, saques e pagamentos
A um mês do fim do prazo dado pelo Banco Central para que as instituições financeiras adaptem o Pix por aproximação, os usuários ainda convivem com limites diferentes conforme o horário e o tipo de operação.
A partir de 1º de outubro, a modalidade deixará de ter um teto fixo por transação, e cada cliente poderá definir um limite diário, respeitado o valor geral estabelecido pelo banco.
A mudança elimina o limite de 500 reais por transação no Pix por aproximação.
Com a alteração, esses pagamentos passarão a seguir as mesmas condições das operações feitas por chave ou QR Code.
A regra também valerá para transações iniciadas por meio da chamada Jornada Sem Redirecionamento do Open Finance.
É o caso de pagamentos feitos por carteiras digitais, como as do Google e da Samsung, sem que o usuário precise ser levado ao aplicativo de seu banco.
Os demais limites do Pix variam conforme o horário, o tipo de operação, o recebedor e o perfil do cliente.
Durante o dia, por exemplo, não existe um teto único determinado pelo Banco Central.
Cada instituição financeira define o valor permitido com base no histórico e no comportamento do usuário.
Transferências para pessoas físicas Nas transferências destinadas a pessoas físicas, o limite entre 6h e 20h é definido pela instituição financeira .
O banco considera fatores como o perfil de risco e o histórico de movimentações do cliente.
Continua após a publicidade Entre 20h e 6h, o limite é de 1.000 reais , salvo quando o próprio usuário solicita outro valor.
O cliente também pode pedir que o período noturno seja considerado das 22h às 6h.
Transferências para empresas Nas operações destinadas a pessoas jurídicas, o limite diário também é estabelecido por cada instituição financeira.
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