quarta-feira, 2 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Tecnologia

Pit Panic é fofo por fora, mas o pânico mesmo está nos controles — Review

Olhar Digital ·
Pit Panic é fofo por fora, mas o pânico mesmo está nos controles — Review

Prós e contras Prós Visual fofo e charmoso que contrasta com a dificuldade real Mapas feitos à mão, embaralhados a cada partida, garantem que a subida parece sempre nova Sempre há uma mecânica ou combinação nova para descobrir, o que não torna o jogo tão repetitivo.

Loop de jogo com potencial para sessões curtas, para uma diversão rápida.

Contras Controles não são intuitivos, porém a decisão de design torna o jogo mais complicado do que deveria: mirar o gancho e pular usando o joystick direito e o X (controle PS5) causa situações frustrantes! O embaralhamento aleatório das salas às vezes cria situações impossíveis de resolver Mortes frequentes por falhas que não parecem culpa do jogador Nenhuma meta progressão entre tentativas: morreu, volta tudo ao templo 1 Sobre a premissa Imagem: Steam/ Divulgação Pit Panic coloca o jogador no papel de um arqueólogo preso em um templo asteca que está afundando.

A missão é simples de entender e impossível de relaxar: subir, sempre subir, antes que a estrutura desmorone e a água tome conta de tudo.

É dessa urgência constante que vem o nome do jogo.

“Pânico” não é força de expressão, é o estado permanente de quem está com o controle na mão.

Ao longo da escalada, o jogo vai apresentando novas mecânicas: armadilhas, transformações de terreno e um gancho multifuncional que serve tanto para destruir blocos quanto para balançar entre plataformas e alcançar tesouros escondidos.

A cada partida, a ordem e a combinação desses elementos mudam, o que mantém a sensação de descoberta mesmo depois de várias horas de jogo.

O que é Pit Panic Desenvolvido pelo estúdio indie Flying Rat Studio, Pit Panic foi lançado em 21 de julho de 2026 para PC, PlayStation 5, Xbox, Nintendo Switch e Switch 2.

Esta análise foi feita a partir da versão de PC.

O jogo se define como um platformer de precisão com estrutura roguelike: morte permanente, progressão baseada em habilidade do jogador (não em upgrades permanentes) e mapas montados a partir de mais de mil salas feitas à mão, embaralhadas em uma ordem diferente a cada partida, distribuídas em quatro biomas com armadilhas e transformações de cenário próprias, como areia que vira vidro, gelatina que pega fogo, entre outras.

O jogo ainda conta com ranking e desafio diário, e um editor de níveis para quem quiser criar (e sofrer com) desafios personalizados.

Fofo por fora, brutal por dentro Imagem: Steam/ Divulgação A primeira impressão de Pit Panic é enganosa, e propositalmente.

A estética cartunesca, as cores vivas e o tom leve passam a sensação de um jogo tranquilo, acessível, feito para quem quer só relaxar sem exigir muita habilidade.

Ler a notícia completa no Olhar Digital ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.

Mais de Olhar Digital

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›