Motoristas de ônibus pedem reajuste de 10% e assistência para saúde mental
Motoristas do transporte coletivo de Campo Grande querem reajuste salarial de 10% e a criação de um plano de assistência à saúde mental.
As reivindicações fazem parte da pauta apresentada pela categoria em assembleia realizada na manhã desta terça-feira (15), na sede do sindicato, na Rua Rui Barbosa, Vila Glória.
A reunião começou às 9h30, em segunda convocação, e teve a participação de 13 trabalhadores, todos motoristas.
A assembleia serviu para apresentar e discutir as propostas que serão levadas às negociações da próxima data-base da categoria, em 25 de outubro.
O presidente do STTCU (Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo Urbano), Demétrio Ferreira de Freitas, explicou que a intenção é buscar avanços nas cláusulas econômicas da convenção coletiva.
Segundo ele, o índice de referência citado pelo sindicato é de 3,98%, mas a reivindicação apresentada pelos trabalhadores é de aumento de 10%.
“Estamos colocando na nossa pauta um reajuste salarial de 10%.
O nosso índice é de 3,98%”, afirmou.
A lista de reivindicações não para no salário.
Atualmente, segundo Demétrio, as horas extras são remuneradas com adicional de 50%.
A categoria pretende negociar a elevação para 100%.
No cartão-alimentação, a proposta é aumentar o benefício dos atuais R$ 400 para R$ 480, alta de 20%.
Outra novidade defendida pelo sindicato é a criação de um vale-refeição para quem fizer hora extra.
“A gente acha mais que justo ter ticket-refeição para quem faz hora extra.
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