Portugal vale um quarto das vendas ibéricas da Conforama
Depois de celebrar 12 anos de presença na ilha da Madeira, a Conforama vai chegar aos Açores em novembro deste ano.
Este destino já era uma ambição do retalhista e tem agora “muitas expectativas” da empresa.
Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, foi o destino escolhido para acolher a nova loja, que já conta com um armazém praticamente “cheio”, afirmou António Vasques, diretor da Conforama Portugal.
Esta abertura vai criar 35 postos de trabalho diretos e 15 indiretos na ilha.
A chegada aos Açores já fazia parte da estratégia da empresa, que não fecha a porta à abertura de outras lojas noutras ilhas açorianas nem novos formatos de lojas em Ponta Delgada, como já acontece na Madeira.
Nesta região a marca conta com dois tipos de loja, uma “clássica” com toda a gama de produtos que a empresa vende e outra mais pequena e mais direcionada, normalmente em loja de rua.
No caso da Madeira, existem duas lojas, uma dedicada exclusivamente a cozinhas, a ConfoKitchen, e outra que comercializa produtos de descanso, como colchões, a Conforama Descanso.
Estas foram as primeiras apostas da empresa nesta tipologia de lojas, que têm corrido “bastante bem”, diz o retalhista.
Este é um formato que a empresa tem estudado, com o objetivo de estar mais próxima do cliente.
Apesar de ainda só disponibilizar este formato na ilha, a empresa deixa a porta aberta à chegada desta tipologia ao Continente, tendo já várias opções em cima da mesa.
Sendo que a aposta será na área de cozinha e descanso, as duas áreas mais fortes da empresa, onde os dados revelam que um em cada cinco colchões vendidos em Portugal são vendidos pela Conforama.
A empresa considera que este formato mais pequeno permite um “nível de equilíbrio de rentabilidade” e são uma solução mais sustentável para fazer a sua cobertura nacional.
Embora não tenha um plano futuro definido para os Açores após a primeira abertura, a marca deixa a garantia de que vai assegurar tudo o que é serviço ao cliente no arquipélago.
Este serviço incluirá o atendimento na loja ao serviço online, que tem vindo a crescer e já representa cerca de 12% do total das vendas, tendo tido, nos últimos dois anos, um crescimento à volta dos 50% da faturação.
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