terça-feira, 1 de setembro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
TAP: Parpública entrega ao Governo avaliação das propostas vinculativas Saco com mais de 20 mil € encontrado na rua em Alvalade. Foi apreendido Carros, sofás, televisões. Que diz a lei sobre o uso de bens apreendidos? Ouvidas explosões perto do Estreito de Ormuz após EUA anunciarem novos ataques Governo recebeu relatório da Parpública sobre propostas da Air France e Lufthansa Mariana Leitão considera "absolutamente irresponsável" que Luís Neves continue no Governo Lindsay Clancy: Júri não chega a decisão unânime. Deliberações continuam Cabo Verde perde sementeiras por falta de chuva e admite apoiar famílias Alemanha acusa Rússia de "ataque híbrido" e fecha consulado em Bona Berlim atribui a Moscovo incidente com drone e encerra consulado russo TAP: Parpública entrega ao Governo avaliação das propostas vinculativas Saco com mais de 20 mil € encontrado na rua em Alvalade. Foi apreendido Carros, sofás, televisões. Que diz a lei sobre o uso de bens apreendidos? Ouvidas explosões perto do Estreito de Ormuz após EUA anunciarem novos ataques Governo recebeu relatório da Parpública sobre propostas da Air France e Lufthansa Mariana Leitão considera "absolutamente irresponsável" que Luís Neves continue no Governo Lindsay Clancy: Júri não chega a decisão unânime. Deliberações continuam Cabo Verde perde sementeiras por falta de chuva e admite apoiar famílias Alemanha acusa Rússia de "ataque híbrido" e fecha consulado em Bona Berlim atribui a Moscovo incidente com drone e encerra consulado russo
Economia

Estado de volta à REN? Bruxelas "aceitou bem", garante ministra

Notícias ao Minuto - Economia ·
Estado de volta à REN? Bruxelas "aceitou bem", garante ministra

"F oi [bem aceite em Bruxelas]. A questão de segurança, soberania e ter mais uma ferramenta de acompanhar as políticas […] foi muito bem compreendido" pela Comissão Europeia, afirmou Maria da Graça Carvalho.

Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas após se ter reunido com a responsável da Direção-Geral da Energia da Comissão Europeia, Céline Gauer, a ministra portuguesa da tutela indicou que o regresso do Estado português à estrutura acionista da Redes Energéticas Nacionais (REN) "foi um dos tópicos" abordados no encontro.

"Expliquei que, numa empresa de rede de transmissão de eletricidade, portanto de alta tensão, a participação do Estado é de crucial importância para a soberania e para a segurança, e essa é uma das principais razões desta decisão do Estado de entrar no capital da REN", referiu.

Isto é "algo que tem estado a ser estudado e planeado desde que estamos no Governo, desde 2024, coordenado pelo senhor primeiro-ministro, que sempre foi a sua intenção", acrescentou.

De acordo com a Maria da Graça Carvalho, entre as empresas que integram a rede europeia de operadores de sistemas de transmissão, Portugal era o único país cuja empresa era "completamente privada".

Maria da Graça Carvalho destacou que 18 das 40 empresas de transmissão de eletricidade de 34 países europeus são integralmente públicas, dando como exemplos a Dinamarca, a Suécia e a Noruega.

"Portanto, não poderia haver aqui outra reação da Comissão Europeia", adiantou a ministra, defendendo que a participação pública constitui uma ferramenta adicional para o Estado acompanhar de perto uma área considerada estratégica, além da política energética e da supervisão exercida pelo regulador independente.

A governante escusou-se, contudo, a falar sobre um eventual reforço futuro da participação pública na REN ou sobre a representação do Estado nos órgãos sociais da empresa, remetendo essas matérias para uma fase posterior e para o Ministério das Finanças.

"É uma empresa cotada em bolsa", lembrou, explicando que a operação foi conduzida com "o maior cuidado e de forma sigilosa para não perturbar o funcionamento da REN".

Para a ministra, a entrada do Estado no capital da empresa faz sentido por razões de "segurança do abastecimento, segurança do Estado" e pela necessidade de assegurar uma política energética baseada em energia "acessível, limpa e segura".

O Estado português decidiu voltar a ter uma participação direta na REN adquirindo, através da Parpública, uma participação de 13,7% à Pontegadea.

Esta operação marca o regresso do Estado ao capital da empresa após a saída completa em 2014, no âmbito do processo de privatização da REN, durante o período de crise financeira.

O Governo ainda não deu detalhes sobre o preço final, os mecanismos de financiamento da aquisição nem explicou de forma concreta como os 13,7% serão utilizados para influenciar a estratégia da REN.

A operação continua sujeita aos procedimentos necessários à sua conclusão, incluindo a fiscalização prévia do Tribunal de Contas e pronúncia da ERSE.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Economia.

Este assunto em outros veículos

Mais de Notícias ao Minuto - Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›