quarta-feira, 14 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Preços da energia e orçamento comunitário: lideres europeus vão tentar encontrar soluções e aproximações em Bruxelas› Dinamarca avisa Trump sobre Gronelândia: Não há "direitos especiais" para a exploração do subsolo› Coreia do Norte anuncia testes de lançamento de mísseis de cruzeiro› Manifestantes pela habitação no Porto justificam protesto por "desespero político"› TAP. Albuquerque diz que serviço público para as regiões continuará a ser assegurado› Wall Street fecha em baixa arrastada pela inflação e custo do endividamento da IA› Wall Street fecha em baixa arrastada pelo custo do endividamento da IA› RTP conquista 11 distinções nos Prémios Criatividade M&P Autopromoções & Inovação em Media› Turismo precisa apostar em mercados de longo curso e qualificar mão-de-obra› Comissário propõe Conselho de Segurança para UE para agilizar decisões militares› Preços da energia e orçamento comunitário: lideres europeus vão tentar encontrar soluções e aproximações em Bruxelas› Dinamarca avisa Trump sobre Gronelândia: Não há "direitos especiais" para a exploração do subsolo› Coreia do Norte anuncia testes de lançamento de mísseis de cruzeiro› Manifestantes pela habitação no Porto justificam protesto por "desespero político"› TAP. Albuquerque diz que serviço público para as regiões continuará a ser assegurado› Wall Street fecha em baixa arrastada pela inflação e custo do endividamento da IA› Wall Street fecha em baixa arrastada pelo custo do endividamento da IA› RTP conquista 11 distinções nos Prémios Criatividade M&P Autopromoções & Inovação em Media› Turismo precisa apostar em mercados de longo curso e qualificar mão-de-obra› Comissário propõe Conselho de Segurança para UE para agilizar decisões militares
Economia

Hassabis defende que criatividade humana continua essencial na era da IA

ECO ·
Hassabis defende que criatividade humana continua essencial na era da IA

A inteligência artificial (IA) já consegue ajudar a resolver problemas complexos, mas continua a caber aos humanos fazer as perguntas certas.

É esta a distinção que Demis Hassabis, cofundador e presidente da Google DeepMind e cientista-chefe da Alphabet ( deixou de ser CEO da Google DeepMind em agosto passado ), estabelece entre as capacidades das máquinas e a criatividade humana, defendendo que o avanço da tecnologia não torna dispensável o papel dos cientistas e dos artistas.

“A parte mais difícil da ciência é, na verdade, fazer e formular a pergunta certa.

Isso é ainda mais difícil do que encontrar a resposta” , afirmou esta quarta-feira, durante a International AI Summit , que decorre em Dublin, na Irlanda.

Bruxelas quer controlar riscos da IA sem perder terreno Ler Mais Para Hassabis, formular hipóteses, identificar problemas relevantes e decidir que questões devem ser investigadas exige criatividade e capacidade de julgamento .

Competências que, considera, continuam a distinguir o trabalho humano daquele que os sistemas de inteligência artificial conseguem realizar.

Demis Hassabis na International AI Summit em Dublin EPA/BRYAN MEADE “Até agora, os nossos sistemas de IA talvez sejam bons a ajudar a resolver problemas.

Mas é o cientista ou o artista humano que traz o processo criativo e a pergunta para o centro”, afirmou.

O responsável da Google DeepMind não descarta, assim, o potencial da inteligência artificial para transformar o trabalho criativo e científico, mas ressalva que a intervenção humana continua a ser importante.

Da criatividade à luta contra as alterações climáticas É também na ciência que o cientista identifica algumas das oportunidades mais relevantes da inteligência artificial.

O investigador, que recebeu o Prémio Nobel da Química em 2024 pelo trabalho desenvolvido com outros cientistas na previsão da estrutura das proteínas através da computação avançada, acredita que a tecnologia pode acelerar a descoberta de soluções para alguns dos maiores desafios da sociedade.

Entre as áreas em que a IA poderá ter impacto está o combate às alterações climáticas.

A tecnologia poderá ajudar a melhorar as previsões meteorológicas, antecipar fenómenos como incêndios e acelerar o desenvolvimento de novos materiais e soluções energéticas.

Presidente da Microsoft quer manter IA sob controlo humano Ler Mais Hassabis considera, por isso, que a IA poderá ser parte da solução para a crise climática, apesar do consumo energético associado ao desenvolvimento e à utilização destes sistemas.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›