19h. Ministra do Ambiente diz que CE apoia recompra da REN
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Sete em ponto, está com a Rádio Observador. Vamos às notícias com edição do Miguel Viteiro Dias. E para começar, Miguel, Luís Neves desafia André Ventura a colocar todas as questões na audição da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais.
O antigo diretor da Polícia Judiciária diz que não se deixa intimidar e que agora está mais motivado para desempenhar o cargo de ministro para combater o populismo. Durante a cerimônia de comemoração do aniversário do Comando Regional da PSP da Madeira, Luís Neves desafiou diretamente André Ventura para lhe colocar as questões que entender.
No próximo dia oito, dentro de oito dias, na parte da tarde, terei a audição regimental no Parlamento. Quer dizer ao deputado André Ventura que estou totalmente disponível para lhe responder a qualquer questão que ali seja colocada.
O Ministro da Administração Interna a desafiar André Ventura a colocar as questões que entender no Parlamento. Junta-se a nós a esta hora a presidente da comissão, Paula Cardoso, é também deputada do PSD. É aqui que na próxima terça-feira vai ser ouvido o ministro. Obrigado pela disponibilidade. Começava por lhe perguntar uma questão técnica. André Ventura não faz parte desta comissão. O presidente do Chega pode ainda assim participar nesta audiência e colocar perguntas ao ministro?
Antes de mais, muito boa tarde a todos e obrigada pelo contacto. Poderá sim, qualquer deputado pode ir à comissão fazer as questões, desde que seja dada nota à comissão de que ele irá substituir um outro deputado efetivo daquela comissão. Portanto, isso é perfeitamente possível.
Uma audição regimental pode ser o palco ideal para esclarecer as dúvidas. Não há aqui o risco de se transformar quase numa comissão parlamentar de inquérito?
Olhe, as audições regimentais servem basicamente para escrutínio da atividade do ministro nas áreas que dizem respeito à comissão, portanto, nas áreas da sua governação. Como é óbvio, muitas das vezes extravasam um bocadinho as questões só da atividade, digamos assim, e vão para situações que estão na ordem do dia, como é o caso desta. É evidente que qualquer deputado é livre, e nós temos essa prática, de perguntar aquilo que entender, deixando depois à livre vontade do ministro responder ou não. O ministro, pelos vistos, até fez esse desafio, o que mostra que poderá responder. Não faço ideia. Depois ele vai gerir as suas respostas conforme entender, dentro do tempo que na primeira ronda cabe ao Chega, que são sete minutos, que podem ser utilizados como pergunta-resposta. Não sei como é que eles vão utilizar, mas é perfeitamente possível questionar o ministro sobre as matérias que entenderem.
Paula Cardoso, é também deputada do PSD. O Chega até é ameaçado com uma comissão de inquérito, até com uma moção de censura. Este desgaste à volta do governo pode prejudicar o desempenho do mandato de Luís Montenegro?
Olhe, isso é uma questão que eu não tenho dados para lhe poder dizer o que é que vai de verdadeiro ou falso nesta questão que estão aqui à volta do nosso ministro da Administração Interna.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.