sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Homem morre baleado em estação de metro perto de Times Square› Manifestantes gritam no Rossio: "Daqui não saio, daqui ninguém me tira"› Habitação. Paulo Raimundo denuncia nova lei "feita à medida dos fundos imobiliários"› Volta ao Mundo em 80 dias, filme que marcou a história do cinema, estreou há 70 anos› Donald Trump adia nova lei de sanções contra a Rússia› Manifestantes montam tendas em Lisboa para protestar o aumento do custo de vida› Papa tem alta e sai do hospital após ser operado a um cancro no pulmão› Jovens apoiantes de Lula e Flávio Bolsonaro em confronto a uma semana da segunda volta› Jornalistas da TVI/CNN vivem momentos de tensão em protestos em Paris› Raias, peixes e tartarugas estão a surpreender cientistas em expedição na Madeira› Homem morre baleado em estação de metro perto de Times Square› Manifestantes gritam no Rossio: "Daqui não saio, daqui ninguém me tira"› Habitação. Paulo Raimundo denuncia nova lei "feita à medida dos fundos imobiliários"› Volta ao Mundo em 80 dias, filme que marcou a história do cinema, estreou há 70 anos› Donald Trump adia nova lei de sanções contra a Rússia› Manifestantes montam tendas em Lisboa para protestar o aumento do custo de vida› Papa tem alta e sai do hospital após ser operado a um cancro no pulmão› Jovens apoiantes de Lula e Flávio Bolsonaro em confronto a uma semana da segunda volta› Jornalistas da TVI/CNN vivem momentos de tensão em protestos em Paris› Raias, peixes e tartarugas estão a surpreender cientistas em expedição na Madeira
Últimas

A Europa tem de aprender a cuidar de si

Diário de Notícias ·
A Europa tem de aprender a cuidar de si

Durante demasiado tempo, a Europa habituou-se a viver num mundo confortável.

Os Estados Unidos garantiam grande parte da sua segurança, a Rússia fornecia energia barata e a China produzia a baixo custo muito do que os europeus consumiam.

Ao mesmo tempo, as grandes revoluções tecnológicas aconteciam sobretudo do outro lado do Atlântico.

O modelo funcionou enquanto o mundo permitiu.

Hoje, já não permite.

A guerra na Ucrânia mostrou, da forma mais dura, que a paz europeia não é um dado adquirido.

A Rússia continua a testar os limites do Ocidente e os acontecimentos junto às fronteiras da NATO recordam que aquilo que começou como uma invasão de um país soberano tem consequências que ultrapassam largamente o território ucraniano.

A distância entre a guerra e a União Europeia é cada vez menor.

"A Europa construiu um dos maiores espaços de liberdade, democracia e prosperidade do mundo.

Mas preservar esse património exige mais do que proclamar valores.

Exige capacidade para os defender." Mas seria um erro reduzir o problema europeu à Defesa.

A dependência tem muitas faces.

Na Energia, a invasão da Ucrânia obrigou a Europa a perceber, demasiado tarde, os riscos de colocar uma parte importante do seu abastecimento nas mãos de Moscovo.

Na Defesa, revelou décadas de desinvestimento e uma excessiva dependência dos Estados Unidos.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›