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Quem decide como uma mulher deve viver?

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Quem decide como uma mulher deve viver?

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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Quando falo, descubro mais sobre me e quando escuto, compreendo mais os outros. Mas quer abra a boca ou preste atenção, tenho cada vez mais a certeza que somos todos malucos. Olá a todos, sejam bem-vindos a mais uma temporada de "Somos Todos Malucos". O podcast, que já sabem, é dedicado à saúde mental, autoconhecimento, a conversas que eu acho que vos podem acrescentar algo, já que eu também penso que me podem acrescentar a mim. Como nós somos mais parecidos do que aquilo que muitas pessoas pensam, por isso é que eu acabo por trazer aqui estas conversas. Já sabem, podem assistir às conversas no YouTube, e no YouTube vocês deixam o vosso like, ativom as notificações, venham aos comentários, há temas que passam por aqui porque foram vocês que sugeriram nos comentários, partilhem as conversas e depois o habitual: Spotify, iTunes, Chromecast, acho que é Chromecast que se chama. Não sei, todas as plataformas de áudio. Muito obrigado mais uma vez por estarem desse lado e acompanhem esta nova temporada, que começa com algo que está na ordem do dia, o debate entre o conservadorismo e o feminismo, tem andado em altas nas redes sociais, mas na realidade, e na intimidade também, como é que se manifesta tudo isto? E também onde é que está o limite do conservadorismo e do feminismo? A Catarina Lucas é uma psicóloga que já passou por esta casa várias vezes e está aqui hoje também para ajudar a compreender melhor este tema. Obrigado, Catarina.

Por abrires esta nova temporada. Nós estávamos a conversar do que é que poderíamos falar. Eu te sugeri este tema, que era um tema que tu também disseste que tinhas pensado.

Sim, achei muito curioso quando tu dizes: "Olha, pensei nisto" e eu: "Fogo, ele além de doido, agora também tem um dedo que adivinha, de certeza."

Qual é a sensação que tens? Alguém me vai cair em cima por eu tocar nestes assuntos. Portanto, tenho que ter cuidado com o que vou dizer, porque isto pode ser difícil ou ser mal interpretado, e por aí adiante. E isto, no fundo, que eu pensei, que se calhar tu também pensaste quando me falaste do tema, é o que se calhar hoje em dia é o reflexo do que no fundo hoje em dia também se passa, numa época em que parece que temos muita liberdade. Liberdade para tudo, mas em que parece que vivemos de alguma forma também castrados naquilo que sentimos, naquilo que pensamos, naquilo que podemos ou não podemos dizer. O que é aceito ou não aceito, politicamente correto. Enfim.

É um paradoxo. Estás sempre a ser julgado. E nesta fase em que vivemos, de uma forma muito violenta, até. Às vezes uma coisa que é tirada do contexto, uma coisa que é simplesmente a forma de tu pensares, não é certa, não é errada, é a forma de tu pensares, de tu olhares a vida, só que como é diferente da forma de ver a vida daquela outra pessoa, és julgado e és criticado por isso. Se calhar, as coisas que tu dizes, se calhar já te aconteceu. Estou a brincar.

Claro. Não, mas é verdade.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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