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António Costa: "Últimos ataques a civis mostram desespero de Putin"

Notícias ao Minuto - Mundo ·
António Costa: "Últimos ataques a civis mostram desespero de Putin"

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, visitou a Ucrânia numa altura em que se assinala o 35.º aniversário da independência do país. Em pouco mais de dois anos desde que assumiu o cargo em Bruxelas, esta visita foi a 5.ª feita por Costa.

"Os últimos ataques a civis mostram o desespero de Vladimir Putin, e é mais preocupante" , disse o antigo primeiro-ministro português em entrevista à SIC Notícias.

À mesma estação televisiva, Costa já tinha considerado que a guerra na Ucrânia só "existe porque a Rússia quer pôr em causa a independência e soberania da Ucrânia".

"É altura de parar esta guerra, parar de matar pessoas, de destruir infraestruturas, de atacar objetivos civis e dar uma oportunidade para que se possa negociar a paz", defendeu o líder europeu.

António Costa lembrou que "é altura de parar a guerra" entre a Rússia e a Ucrânia. País liderado por Volodymyr Zelensky completa hoje 35 anos de independência.

Esta segunda-feira, a chamada Coligação da Boa Vontade sobre a Ucrânia reuniu-se em Kyiv. O grupo, composto por cerca de 30 nações, foi lançada em março de 2025 por Paris em coordenação com o Reino Unido. Portugal integra esta coligação que reúne países dispostos a fornecer garantias de segurança à Ucrânia para impedir uma nova agressão da Rússia após o fim do atual conflito.

É a terceira vez que o grupo se reúne em Kyiv desde que foi criado e este encontro acontece num momento em que Moscovo têm intensificado os ataques com mísseis balísticos e a liderança ucraniana pede ajuda para reforçar a defesa aérea, fortemente debilitada ao nível de mísseis intercetores.

Nesta reunião, que aconteceu em formato híbrido - tendo o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, participado por videoconferência - esteve também Andy Burnham, que participou pela primeira vez como primeiro-ministro britânico. Em comunicado antes de chegar a Kyiv, o chefe de governo já dizia que "a Rússia não deve ter dúvidas sobre a nossa determinação".

Já na capital ucraniana Andy Burnham disse: "Estou determinado a que trabalhemos juntos em conjunto para lhe prestar o apoio de que precisa, sr. presidente [da Ucrânia, Volodymyr Zelensky]. Mais fortes do que nunca. Isto significa não só a defesa aérea, mas também impedir que a Rússia lance sequer os seus mísseis".

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

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