Mais de 60 em maratona tecnológica europeia de defesa em Leiria
Mais de 60 participantes, 12 nacionalidades.
Três dias para desenvolver soluções para manter drones a navegar quando não há sinal GPS ou como coordenar enxames de veículos aéreos não tripulados.
O EUDIS Defence Hackathon 2026, a maratona tecnológica para o setor de defesa europeu, arranca esta quinta-feira em Leiria e termina a 17 de outubro.
A incubadora quer ainda trazer para Portugal em março uma edição do BraveTech EU DefTech Forge .
Depois de dois hackathon em Lisboa, esta é a terceira maratona tecnológica no âmbito do EU Defence Innovation Scheme (EUDIS) a realizar-se em Portugal, mas desta vez tendo como epicentro a Startup Leiria, organizadora do evento.
“Recebemos 75 inscrições entre meados de agosto e esta semana e aceitámos 62 participantes, em 14 equipas e 21 inscrições individuais que formam equipa no arranque, quinta à tarde.
Quase metade vem de startups, um quarto são estudantes, e há investigadores e militares.
Um terço tem 25 anos ou menos”, adianta Vítor Ferreira, diretor-geral da Startup Leiria, ao ECO/eRadar.
Startup Leiria abre candidaturas para hackathon de defesa Ler Mais Apesar de dois terços dos participantes serem portugueses, há participantes de 12 nacionalidades, como Ucrânia, França, Suécia, Espanha, Alemanha, Itália, Malta, Bélgica, Polónia e Grécia.
“O hackathon está aberto a cidadãos da UE, Noruega e Ucrânia, e decorre em simultâneo em oito países”, detalha o responsável da Startup Leiria.
A maratona de Leiria decorre em simultâneo com a de Itália, Chipre, Suécia, Irlanda, Áustria, Letónia e Noruega que acolhem a edição de outono do programa EUDIS, integrado no Fundo Europeu de Defesa da Comissão Europeia para impulsionar a inovação no setor da defesa até 2030.
Sob o tema global de “Autonomia no Campo de Batalha” o s participantes têm de desenvolver soluções que respondam a três desafios.
“Dois são comuns às oito edições europeias, navegar sem GPS quando o sinal é bloqueado e coordenar enxames de drones com o mínimo de intervenção humana .
O terceiro foi definido em Leiria com a Tekever: plataformas-mãe que lançam, coordenam e recolhem enxames de veículos diferentes , e é o que reuniu mais equipas”, explica Vítor Ferreira.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.