sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Protesto pela habitação no Porto desmobilizado por receio de "infiltração da extrema-direita"› Nova plataforma digital vai reduzir burocracia nos serviços públicos em Moçambique› Macau leva delegação a cimeira judiciária em Lisboa e aproxima tribunais chineses de Portugal› 07h Manifestantes desmobilizaram durante a noite› Portugal e China reativam na segunda-feira comissão científica suspensa desde 2019› Banco Mundial aponta eficiência de recursos e emprego entre grandes desafios globais› Governo afasta regras vinculativas para uso de inteligência artificial nas escolas› Banco Mundial aponta eficiência e emprego como desafios globais› Portugal e China reativam comissão científica suspensa desde 2019› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Protesto pela habitação no Porto desmobilizado por receio de "infiltração da extrema-direita"› Nova plataforma digital vai reduzir burocracia nos serviços públicos em Moçambique› Macau leva delegação a cimeira judiciária em Lisboa e aproxima tribunais chineses de Portugal› 07h Manifestantes desmobilizaram durante a noite› Portugal e China reativam na segunda-feira comissão científica suspensa desde 2019› Banco Mundial aponta eficiência de recursos e emprego entre grandes desafios globais› Governo afasta regras vinculativas para uso de inteligência artificial nas escolas› Banco Mundial aponta eficiência e emprego como desafios globais› Portugal e China reativam comissão científica suspensa desde 2019
Últimas

Almirante Reis: a ciclovia que é o espelho de Moedas

Diário de Notícias ·

Quiseram as vicissitudes da vida que tivesse de percorrer este sábado mesmo a Avenida Almirante Reis, o que me lembrou que em 2021, Carlos Moedas fez da ciclovia da Almirante Reis a bandeira mais audível da sua campanha.

Ia acabar com aquilo.

Era a promessa fácil, a que se percebe sem explicação e rende votos nas rádios da manhã.

Aquelas onde se inscrevia para depois agradecer o convite.

Quase cinco anos depois, a ciclovia lá estava.

Não acabou, não foi melhorada, ou substituída por coisa nenhuma.

Ficou onde estava, à espera de um presidente que decidisse.

Convém recordar que esta ciclovia nasceu do pensamento de Fernando Medina.

Uma ideia, discutível mas coerente, de que Lisboa devia ter uma rede ciclável a sério.

Foi instalada em 2020, em plena pandemia, com a pressa que o momento impunha, e foi sendo corrigida ao longo do tempo precisamente para ser mais segura.

Podia ter-se feito diferente? Podia.

Foi feita com um propósito? Foi.

Moedas fez o contrário: prometeu sem propósito.

Em maio de 2022 mandou arrancar um troço junto à Alameda, tapado a alcatrão de um dia para o outro.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›