domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 02h Contentor incendiado junto ao protesto na praça D. João I no Porto› Jovens dividem-se entre Lula e Flávio Bolsonaro a uma semana da segunda volta das eleições no Brasil› Montenegro "inventou uma língua só para ele": o "'serpentês' político, porque envenena a discussão na tentativa de matar os assuntos políticos"› "Há doutrinas de grupos ligados a extremos em que a violência é tida como instrumento a utilizar na busca da mudança do poder"› "Não se pode ter casa e não se pode estar na rua. Então onde é que se pode existir neste país?"› Lamelas fez a festa da Taça, apesar de perder com o Vitória› Quatrocentos detidos e centenas de milhares nas ruas de França. Macron promete castigos, Mélenchon acusa a polícia e primeiro-ministro avisa: “Não nos deixaremos intimidar”› “Não dá mais? Então monta a tua tenda!” Protestos pela habitação chegam ao Rossio depois de uma semana de contestação no Porto› "O presidente francês, goste ou não goste, não vai poder impedir o impacto" das manifestações na campanha eleitoral› Está sempre cansado? As tarefas que anda a adiar podem estar a esgotá-lo› 02h Contentor incendiado junto ao protesto na praça D. João I no Porto› Jovens dividem-se entre Lula e Flávio Bolsonaro a uma semana da segunda volta das eleições no Brasil› Montenegro "inventou uma língua só para ele": o "'serpentês' político, porque envenena a discussão na tentativa de matar os assuntos políticos"› "Há doutrinas de grupos ligados a extremos em que a violência é tida como instrumento a utilizar na busca da mudança do poder"› "Não se pode ter casa e não se pode estar na rua. Então onde é que se pode existir neste país?"› Lamelas fez a festa da Taça, apesar de perder com o Vitória› Quatrocentos detidos e centenas de milhares nas ruas de França. Macron promete castigos, Mélenchon acusa a polícia e primeiro-ministro avisa: “Não nos deixaremos intimidar”› “Não dá mais? Então monta a tua tenda!” Protestos pela habitação chegam ao Rossio depois de uma semana de contestação no Porto› "O presidente francês, goste ou não goste, não vai poder impedir o impacto" das manifestações na campanha eleitoral› Está sempre cansado? As tarefas que anda a adiar podem estar a esgotá-lo
Últimas

Meo foi alvo de ataque "de negação de serviço"

Observador ·
Meo foi alvo de ataque "de negação de serviço"

Após confirmar que foi vítima de um ataque esta segunda-feira, a Meo revela que “os incidentes foram causados por um ataque distribuído de negação de serviço (DDoS)”. Esta é uma das conclusões da análise técnica feita pelas equipas de engenharia, operações e cibersegurança da empresa.

Meo foi “alvo de ataque em massa” que afetou serviços de telecomunicações

“A Meo confirma que os incidentes registados ontem [segunda-feira] e durante a madrugada de hoje [terça] na sua infraestrutura de rede internacional foram provocados por um ataque distribuído de negação de serviço (DDoS)”, diz fonte oficial. Os DDoS são um tipo de ataque malicioso, que tem como objetivo interromper o tráfego de um servidor, serviço ou rede ao fazer um elevado número de pedidos em pouco tempo. Ao ser “inundado” por pedidos, há uma sobrecarga que interrompe o funcionamento normal.

Os incidentes ocorreram em três períodos: entre as 00h45 e as 02h55; 17h30 e 19h30, coincidente com o pico de queixas no site DownDetector; e entre as 22h45 e as 01h05.

O ataque terá tido “como alvo específico a infraestrutura da Meo”, envolvendo “elevados volumes de tráfego que provocaram congestionamento e degradação temporária da rede internacional”. De acordo com a empresa, foi esta a situação que “explica os constrangimentos sentidos por alguns clientes no acesso a sites e serviços suportados em tráfego internacional”.

A operadora explica que a análise teve em conta “dados de telemetria, monitorização de tráfego, indicadores de rede e mecanismos de mitigação ativados durante o evento”. “Os padrões de tráfego e os restantes indicadores técnicos observados confirmam um ataque DDoS direcionado”, diz a empresa.

A Meo afirma que as “equipas atuaram de imediato” perante o ataque, ativando “os mecanismos de deteção, proteção, mitigação e recuperação previstos para este tipo de situações”. O serviço está agora “estabilizado”, diz a empresa.

A empresa reitera que “não ocorreu qualquer intrusão nos sistemas da Meo, nem qualquer acesso ou comprometimento de dados da Meo ou dos seus clientes” — uma informação que já constava da nota emitida na noite de segunda-feira.

O incidente já foi reportado ao Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), com a Meo a explicar que “mantém a articulação com as entidades, parceiros tecnológicos e comunidade técnica relevantes para o acompanhamento da situação”.

A nota divulgada pela Meo esta terça-feira esclarece também “os fenómenos de encaminhamento BGP [protocolo de comando do router] que têm sido objeto de algumas análises e comentários”. Na segunda-feira, houve também queixas nos serviços de outros operadores de telecomunicações.

“A instabilidade observada ao nível dos encaminhamentos BGP ocorreu no contexto da degradação provocada pelo ataque e da resposta operacional necessária à sua mitigação”, diz a empresa.

Assim, a Meo explica que as “quebras de interligações BGP verificadas com algumas das redes às quais a Meo se interliga foram, portanto, uma consequência da instabilidade provocada pelo ataque e não a sua causa”.

A Meo esclarece que a análise dos dados recolhidos durante o incidente “não identifica encaminhamentos indevidos como origem do evento”.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›