domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Avião aterra de emergência após colidir com pássaros. Motor incendiou› Autoridades russas abatarem mais de mil drones ucranianos› Talgo propõe comboios de alta velocidade adaptáveis a duas bitolas› Tenista Francisco Cabral perde final de pares do Masters 1.000 de Xangai› Talgo vai propor a Portugal comboios de alta velocidade adaptáveis a duas bitolas› Miniassembleias da saúde nas escolas para descomplicar doenças sexualmente transmissíveis› 09h Autarcas franceses pedem reunião com PM› Vouzela em risco máximo de incêndio, 50 concelhos em alerta› Jovens dividem-se entre Lula e Flávio Bolsonaro a uma semana da segunda volta das eleições no Brasil› Montenegro "inventou uma língua só para ele": o "'serpentês' político, porque envenena a discussão na tentativa de matar os assuntos políticos"› Avião aterra de emergência após colidir com pássaros. Motor incendiou› Autoridades russas abatarem mais de mil drones ucranianos› Talgo propõe comboios de alta velocidade adaptáveis a duas bitolas› Tenista Francisco Cabral perde final de pares do Masters 1.000 de Xangai› Talgo vai propor a Portugal comboios de alta velocidade adaptáveis a duas bitolas› Miniassembleias da saúde nas escolas para descomplicar doenças sexualmente transmissíveis› 09h Autarcas franceses pedem reunião com PM› Vouzela em risco máximo de incêndio, 50 concelhos em alerta› Jovens dividem-se entre Lula e Flávio Bolsonaro a uma semana da segunda volta das eleições no Brasil› Montenegro "inventou uma língua só para ele": o "'serpentês' político, porque envenena a discussão na tentativa de matar os assuntos políticos"
Economia

Salário mínimo de mil euros já em 2027? UGT defende, patrões afastam

ECO ·
Salário mínimo de mil euros já em 2027? UGT defende, patrões afastam

A UGT propôs esta quinta-feira que o salário mínimo nacional suba para mil euros já em 2027 , pedindo, assim, uma revisão em alta do acordo firmado em Concertação Social há dois anos.

As confederações empresariais não mostraram , contudo, abertura nesse sentido e o Governo, pela voz da ministra do Trabalho, insistiu que o acordo — que prevê 970 euros em janeiro — é para cumprir , ainda que esteja “sempre aberto a rever” os entendimentos assinados com os parceiros sociais.

“Temos um acordo que está em vigor, que prevê um determinado valor para 2027.

Evidentemente, o Governo está sempre aberto a rever os acordos que faz na Concertação Social.

Neste momento, isto não está em cima da mesa .

O que está em cima da mesa é um acordo para cumprir”, sublinhou a ministra da tutela, Maria do Rosário Palma Ramalho, em declarações aos jornalistas, à saída da reunião desta quinta-feira com os parceiros sociais.

A governante explicou que qualquer parceiro pode pedir a revisão de qualquer acordo , mas deixou claro que nenhum o fez até ao momento.

Por exemplo, a ordem de trabalhos do encontro desta quarta-feira foi enviada, sem que tenha sido pedida qualquer alteração.

Logo, neste momento, não está a decorrer negociações no sentido de rever o entendimento firmado há dois anos , insistiu Palma Ramalho. (Notícia em atualização)

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›