Reabilitação urbana abranda crescimento para 0,8% em julho
O nível de atividade da reabilitação urbana abrandou significativamente em julho, para uma variação homóloga de 0,8%, que compara com 10,7% no mês anterior, segundo o barómetro da associação setorial AICCOPN, divulgado esta terça-feira.
“Em julho de 2026, os indicadores qualitativos relativos à reabilitação urbana mantiveram uma evolução positiva, pese embora o significativo abrandamento observado face ao mês anterior”, refere a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Nacional (AICCOPN).
Em abrandamento esteve também o índice da carteira de encomendas, cujo crescimento homólogo recuou de 9,9% em junho para 6,9% em julho.
Relativamente à produção contratada, indicador que estima o horizonte temporal de atividade garantida a um ritmo normal de execução, fixou-se em 8,7 meses, ligeiramente inferior aos nove meses apurados em julho de 2025.
Quanto aos dados relativos ao licenciamento de obras de reabilitação, continuam a evidenciar uma evolução negativa.
De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), foram licenciadas 2.960 obras de reabilitação no primeiro semestre de 2026, o que corresponde a uma redução homóloga de 12,5%.
Segundo nota a AICCOPN, esta quebra foi transversal aos dois segmentos, com quebras de 10,8% nos edifícios residenciais e de 15,2% nos não residenciais.
A associação ressalva, contudo, que as estatísticas do licenciamento abrangem apenas as operações sujeitas a controlo prévio municipal, não refletindo a totalidade das intervenções de reabilitação realizadas.
Licenças de construção e reabilitação habitacional recuam 6,9% na primeira metade do ano
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.