Buscas? Banco Carregosa diz ser "alheio às alegadas práticas ilícitas"
O Banco Carregosa revelou, esta quinta-feira, que é "alheio às alegadas práticas ilícitas" noticiadas ontem , no âmbito das dezenas de buscas por suspeita de fraude fiscal num esquema no Imposto Municipal Sobre Transações Onerosas de Imóveis (IMT).
"O Banco é alheio às alegadas práticas ilícitas a que fazem referência as notícias divulgadas", revelou a instituição bancária, num comunicado enviado ao Notícias ao Minuto e emitido "em defesa da verdade, do seu bom nome e reputação".
Esclarece ainda que o "montante de 66 milhões de euros de possíveis fraudes referido nas notícias não diz respeito ao Banco Carregosa, nem corresponde ao valor de qualquer operação, exposição ou contingência que lhe seja imputável".
"O Banco não identifica qualquer irregularidade nos procedimentos adotados, refutando, portanto, qualquer imputação de responsabilidade por práticas contrárias à lei.
O Banco Carregosa pauta a sua atuação pelos mais elevados padrões de integridade, rigor, transparência e cumprimento das obrigações legais e regulamentares.
À luz da informação de que dispõe, o Banco não antecipa qualquer impacto material na sua atividade ou nos seus resultados decorrente dos factos noticiados", pode ainda ler-se na mesma nota.
A instituição sublinha ainda que, no seguimento das buscas de quarta-feira, "nem o Banco Carregosa nem qualquer dos seus administradores, diretores ou colaboradores foram constituídos arguidos".
"O Banco continuará a colaborar com as autoridades competentes, nos termos legalmente aplicáveis e com pleno respeito pelo regular desenvolvimento da investigação, mantendo plena confiança na correção da sua atuação e reservando-se o direito de adotar as medidas necessárias à defesa do seu bom nome, reputação e legítimos interesses", garante ainda.
Banco Carregosa confirma buscas e diz que vai cooperar com autoridades O Banco Carregosa confirmou hoje as buscas às suas instalações e disse que vai colaborar com as autoridades para apurar a verdade, em resposta à agência Lusa.
Lusa | 12:20 - 14/10/2026 As buscas abrangeram as sedes do Banco Carregosa, no Porto, e do Banco Angolano de Investimentos, em Lisboa, assim como instalações de empresas e escritórios de advogados.
Ainda no decorrer de quarta-feira, o Banco Carregosa confirmou as buscas às suas instalações e disse que iria colaborar com as autoridades para apurar a verdade.
A PJ emitiu um comunicado em que refere que foram executadas 53 buscas e que as autoridades suspeitam que o esquema tenha lesado o Estado em mais de 66 milhões de euros entre 2017 e 2025.
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