sábado, 29 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Protesto contra privatização de praias da Arrábida reúne "centenas" Escala prédio para entrar em casa da ex e cai. Está em estado grave 22h Zaidu do FC Porto sofreu uma lesão muscular na coxa direita BE recusa participar em "campeonato" da direita em torno de moção de censura do Chega "A classe média está sob ataque. E é ignorada por quem nos governa" Lei do retorno. BE pede avaliação para além da constitucionalidade "Centenas" contra privatização de praias da Arrábida Bruxelas garante estar a trabalhar no pedido espanhol de apoio de agências europeias AIEA diz que central nuclear de Zaporíjia pode sofrer apagão em 10 dias Golo tardio evita derrota de Lyon de Paulo Fonseca frente ao Le Havre Protesto contra privatização de praias da Arrábida reúne "centenas" Escala prédio para entrar em casa da ex e cai. Está em estado grave 22h Zaidu do FC Porto sofreu uma lesão muscular na coxa direita BE recusa participar em "campeonato" da direita em torno de moção de censura do Chega "A classe média está sob ataque. E é ignorada por quem nos governa" Lei do retorno. BE pede avaliação para além da constitucionalidade "Centenas" contra privatização de praias da Arrábida Bruxelas garante estar a trabalhar no pedido espanhol de apoio de agências europeias AIEA diz que central nuclear de Zaporíjia pode sofrer apagão em 10 dias Golo tardio evita derrota de Lyon de Paulo Fonseca frente ao Le Havre
Últimas

O dia que começou com lágrimas e acabou com "o avô de volta"

Observador ·
O dia que começou com lágrimas e acabou com "o avô de volta"

Não é a primeira vez que trazemos esse momento à história, provavelmente não será também a última vez que trazemos esse momento à história – também por “culpa” do próprio, claro. Quando Fernando Pimenta teve aquela receção acima de campeão olímpico em Paris por família, adeptos, adversários e simples adeptos da canoagem, mesmo terminando numa frustrante sexta posição, tudo apontava para uma despedida. “A” despedida. Aí, o corpo traiu o mais titulado de todos os tempos. As pernas falharam, a cabeça deixou de funcionar, o corpo congelou. Aqueles derradeiros 250 metros da final olímpica de 2024 foram tudo aquilo que um atleta habituado a ganhar teme mas é esse mesmo corpo que pede hoje mais uma “oportunidade”.

Ainda antes da final, sentindo-se de novo num grande momento de forma, Fernando Pimenta voltou a ter sonhos. Agora, queria voltar a ser campeão mundial de K1 1.000, a disciplina mais nobre da canoagem e que até na antecâmara da prata nos Jogos de Londres com Emanuel Silva, em 2012, queria que fosse a “sua”. A qualificação não passou de um treino com competição, a meia-final trouxe um triunfo frente ao principal rival dos últimos anos, o húngaro Balint Kopasz (que era o campeão em título). Pimenta acreditava ainda mais que era possível: “Eu gosto de os ver a arder, picados. É bom sinal. Significa que [no sábado] vão dar o seu melhor, é o que desejo. Quero que os meus adversários na final estejam todos a 100%. E que eu também consiga estar a 101% ou a 110%, a dar o meu máximo. Depois logo se verá quem são os melhores”.

Para fora dizia isso, para dentro pensava de outra forma. Por um lado, a medalha de bronze conseguida em Milão no último ano foi daquelas que ficam a remoer a cabeça, tendo em conta a noite difícil que passou na véspera e que obrigou mesmo a que mudasse de quarto de madrugada. Por outro, aquela sensação de que o que mais gosta de fazer está mais perto de terminar. “30 minutos antes da largada estava na plataforma a chorar sozinho e a refletir sobre a minha carreira, com a noção de que não me restam mais 15 anos com uma condição física deste nível. Pensava que ia querer divertir-me e fazer como o meu treinador disse: ‘Se eles quiserem ganhar, vão ter que sofrer muito mais do que tu'”, disse à Lusa.

Por mais que tenham feito, foi curto para tudo aquilo que Fernando Pimenta tinha para mostrar. Thomas Green ainda tentou aguentar o ritmo antes de quebrar na parte final, Balint Kopasz voltou a fazer uma prova de trás para a frente a dar tudo a partir dos 500 metros, Uladzislau Kravets e Jonas Ecker limitaram-se a ver o português andar na frente com menos pagaiadas do que aquelas que iam fazendo. O quarto título mundial da carreira estava confirmado aos 37 anos, com a habitual celebração a olhar para o céu antes de dedicar o triunfo à família. Mais uma vez, o mundo da canoagem estava rendido a um atleta sobre-humano.

“Estou de volta ao topo”, começou por dizer quando chegou à plataforma depois de sair do caiaque. “Era preciso acreditar que era possível e o avô está de volta.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›