quarta-feira, 2 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Microsoft divulgará resultados de divisão de computação em nuvem Azure Broadcom prevê receita trimestral abaixo das estimativas HPE eleva previsão para o ano impulsionada por IA OpenAI desenvolve recursos de 'desligamento automático' para ferramentas de IA Chefe de Comércio dos EUA afirma que Anthropic está de volta ao "lado certo" com Trump, diz Axios Apple acusa ex-funcionário de usar dados confidenciais na OpenAI O que está rolando hoje: bug do milênio e como PF acessa celular de Vorcaro Governo dos EUA defende OpenAI em ação do NYT sobre direitos autorais Google escapa de desmembramento de unidade de tecnologia de publicidade em terceira derrota antitruste para os EUA Anthropic está de volta ao 'lado certo' com governo Trump, diz secretário Microsoft divulgará resultados de divisão de computação em nuvem Azure Broadcom prevê receita trimestral abaixo das estimativas HPE eleva previsão para o ano impulsionada por IA OpenAI desenvolve recursos de 'desligamento automático' para ferramentas de IA Chefe de Comércio dos EUA afirma que Anthropic está de volta ao "lado certo" com Trump, diz Axios Apple acusa ex-funcionário de usar dados confidenciais na OpenAI O que está rolando hoje: bug do milênio e como PF acessa celular de Vorcaro Governo dos EUA defende OpenAI em ação do NYT sobre direitos autorais Google escapa de desmembramento de unidade de tecnologia de publicidade em terceira derrota antitruste para os EUA Anthropic está de volta ao 'lado certo' com governo Trump, diz secretário
Últimas

Novo modelo para previsão do tempo precisa de mais verba, diz coordenador do projeto no Inpe

UOL Notícias ·
Novo modelo para previsão do tempo precisa de mais verba, diz coordenador do projeto no Inpe

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

O Brasil tenta ampliar sua capacidade de antecipar eventos extremos, mas uma de suas principais apostas recebe menos da metade do valor necessário, na avaliação do coordenador do projeto.

O modelo em questão é o Monan (Modelo para Previsões de Oceano, Terra e Atmosfera), liderado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Ainda em desenvolvimento, o Monan já faz previsões com até 15 dias de antecedência e resolução espacial de cerca de 10 km, próxima à dos principais centros internacionais, de acordo com Saulo Freitas, coordenador do projeto no Inpe.

Segundo ele, o Monan deve ajudar o país a antecipar eventos extremos e a se preparar para seus impactos. A capacidade de prever a evolução do El Niño deve ser incorporada em três ou quatro anos, e o modelo deverá estar em pleno funcionamento em 2031.

Freitas diz que o Monan buscará representar melhor a influência da amazônia , do cerrado , dos oceanos, do desmatamento e das cidades sobre o tempo e o clima na América do Sul.

Na concepção do Monan, a meta era obter R$ 5 milhões por ano. Freitas reconhece, porém, que a cifra é alta para os padrões nacionais e diz que cerca de R$ 2 milhões anuais já permitiriam ampliar a participação de universidades e centros de pesquisa, com bolsas, pessoal de apoio e equipamentos.

Hoje, de acordo com ele, o projeto recebe cerca de R$ 800 mil por ano. "É muito pouco", afirma.

O Monan está em desenvolvimento, mas a máquina necessária para processar seus dados já existe. É o supercomputador Jaci , que realiza em torno de 1,6 quatrilhão de operações matemáticas por segundo e é seis vezes mais rápido que o antigo Tupã , segundo Ivan Márcio Barbosa, do Inpe.

Sem esse supercomputador, diz Barbosa, a previsão poderia ficar pronta apenas "depois que o evento ocorreu" e com resolução muito menor.

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), responsável pelas previsões federais , diz que pretende adotar o Monan após a conclusão dos testes. Hoje, ele utiliza o modelo europeu Cosmo , que roda duas vezes por dia e faz previsões para a América do Sul com até sete dias de antecedência e resolução de 7 km.

Por usar um modelo regional, o Inmet afirma que "ainda depende 100% de dados oriundos dos modelos globais", hoje fornecidos pelo modelo alemão Icon . O órgão acrescenta que substituirá integralmente o Cosmo pelo próprio Icon em suas operações.

A troca internacional de dados e análises faz parte da rotina meteorológica. Como a atmosfera não respeita fronteiras, os países compartilham observações e previsões continuamente. A dependência brasileira, porém, vai além desse intercâmbio.

Para iniciar suas previsões, os modelos do Inpe utilizam um retrato das condições da atmosfera produzido pela agência americana NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica).

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›