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Candidatos ao Senado divergem sobre atos golpistas de 8 de janeiro em debate do g1

G1 Pernambuco ·
Candidatos ao Senado divergem sobre atos golpistas de 8 de janeiro em debate do g1

Candidatos ao Senado de PE respondem sobre 8 de janeiro e democracia Embora tenham adotado enfoques diferentes, os seis candidatos ao Senado por Pernambuco que participaram do debate promovido pelo g1 nesta quarta-feira (2) abordaram os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 durante a discussão sobre a relação entre os Poderes da República.

O debate foi marcado por discussões sobre medidas de combate à violência contra a mulher, regras para emendas parlamentares e a relação entre o governo, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (leia aqui a reportagem). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Participaram do debate Eduardo da Fonte (PP), Humberto Costa (PT), Marília Arraes (PDT), Mendonça Filho (PL), Paulo Rubem Santiago (Rede) e Túlio Gadêlha (PSD).

Foram convidados os candidatos de partidos e federações com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso, ou que alcançaram ao menos 5% de intenções de voto na última pesquisa Quaest.

Túlio Gadêlha (PSD) e Marília Arraes (PDT) classificaram diretamente os atos como tentativa de golpe e defenderam a responsabilização dos envolvidos.

Paulo Rubem Santiago (Rede) afirmou que Rede e PSOL condenam a tentativa de golpe.

Eduardo da Fonte (PP) também defendeu a condenação de quem participou das ações, mas ressaltou a necessidade de julgamento individual e respeito à Constituição.

Mendonça Filho (PL) afirmou ter se manifestado contra os atos, mas concentrou sua participação na defesa do devido processo legal para os acusados.

Humberto Costa (PT), por sua vez, tratou da responsabilização dentro da discussão mais ampla sobre as instituições e a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

LEIA TAMBÉM: Veja como foi o encontro e assista aos vídeos Assista à íntegra do debate A discussão A discussão começou quando Eduardo da Fonte defendeu mandatos de até oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Outros candidatos, como Túlio Gadêlha, Paulo Rubem e Humberto Costa, discordaram da posição e afirmaram que a medida poderia trazer insegurança jurídica ao país.

Foi nesse momento que Mendonça Filho (PL), então, afirmou que havia desequilíbrio entre os poderes e criticou decisões e procedimentos do Supremo.

Apesar de se posicionar contra os atos golpistas de 8 de janeiro, passou a criticar a forma como os processos contra os acusados foram conduzidos.

"O presidente Lula (PT) foi julgado na 1ª instância por dois juízes federais; depois, pelo TRF; depois, pelo STJ, revisado pelo Supremo Tribunal Federal várias vezes.

Jair Bolsonaro (PL) foi julgado numa turma do STF e falam em julgamento justo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pernambuco.

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